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Serviços da Câmara de Vila Franca podem ir para condomínio inacabado da Bella Guarda

Serviços da Câmara de Vila Franca podem ir para condomínio inacabado da Bella Guarda

Município interessado em comprar o espaço depois de falhadas as negociações com o Vila Franca Centro
Edição de 15.05.2013 | Sociedade
Os serviços da Câmara de Vila Franca de Xira podem agora ser concentrados no condomínio da Bella Guarda, situado na rua António Lúcio Baptista, depois de ter falhado o projecto de instalação no centro comercial Vila Franca Centro. A autarquia está interessada em comprar o espaço constituído por um prédio inacabado, segundo anunciou a presidente do município, Maria da Luz Rosinha.A autarca diz que é urgente tomar uma decisão e que está a analisar as condições do local e os preços. O edifício, propriedade do Montepio, esteve em leilão por duas vezes por quase cinco milhões de euros mas não apareceram compradores. Esta é a segunda vez que o município anuncia a intenção de adquirir a urbanização. A primeira foi em 2009 quando foi anunciada a intenção de instalar no local alguns juízos do Tribunal de Vila Franca. Uma ideia que não foi aceite pelo Ministério da Justiça. Actualmente, devido à dificuldade de venda do imóvel e à quebra nos preços do mercado imobiliário, o município acredita ter a possibilidade de fechar negócio a preços mais competitivos. O prédio tem uma área residencial de cinco mil metros quadrados e é composto por 75 habitações, 74 arrecadações e 151 estacionamentos em cave. O projecto do condomínio previa a construção de piscina, mini-golf, zonas verdes e um parque infantil, que não chegaram a ser feitos. A construção da Bella Guarda foi deixada a meio devido à falência das Construções Ramalho Couto SA, há quase três anos, e desde então o espaço tem sido frequentado por toxicodependentes.Recorde-se que a ideia de instalar os serviços municipais espalhados por vários edifícios da cidade no Vila Franca Centro foi definitivamente afastada em Fevereiro. Maria da Luz Rosinha já tinha em Dezembro colocado algumas dúvidas na concretização desta solução devido ao impasse nas negociações. Colocar os serviços no centro comercial era encarado como uma forma de revitalizar o espaço comercial que tem muitas lojas fechadas. O grupo Obriverca, dono do Vila Franca Centro, ficou de fazer as obras a custo zero recebendo depois uma renda da autarquia, mas a empresa avisou que não estava em condições de fazer o investimento.
Serviços da Câmara de Vila Franca podem ir para condomínio inacabado da Bella Guarda

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