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Jovem de Abrantes morre no Algarve a praticar pára-quedismo

Jovem de Abrantes morre no Algarve a praticar pára-quedismo

Anomalia no pára-quedas de Ana Catarina Peixoto terá estado na origem da sua queda desamparada no solo
Edição de 09.10.2013 | Sociedade
Uma jovem de 32 anos natural de Abrantes morreu no domingo no aeródromo de Portimão, após alegada avaria no seu pára-quedas que a fez precipitar no solo, disse à agência Lusa o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro. Ana Catarina Peixoto era filha do médico Luís Peixoto que há já alguns anos foi vereador na Câmara de Abrantes e deputado à Assembleia da República pelo PCP e da médica Mariana Peixoto. O acidente que envolveu Ana Catarina Peixoto, praticante da escola de pára-quedismo de Évora e que residia actualmente em Setúbal, ocorreu perto das 15h52, segundo o CDOS de Faro. No aeródromo de Portimão estava a decorrer um encontro internacional de pára-quedistas, que reuniu cerca de 300 participantes, representantes de vários países.O jornal Correio da Manhã noticiou que o acidente terá sido causado pelo facto do pára-quedas se ter enrolado durante o salto, originando a queda desamparada no solo. Catarina Peixoto ainda foi assistida no aeródromo mas acabou por falecer, tendo o óbito sido declarado no local.Ainda segundo o mesmo jornal, a jovem era bastante experiente neste desporto, contando já com cerca de 70 saltos, e tinha viajado para o Algarve com um grupo de amigos precisamente para saltar de pára-quedas.O corpo de Ana Catarina Peixoto foi transportado na segunda-feira para a Igreja da Misericórdia, em Abrantes, onde ficou em câmara ardente até terça-feira, dia em que foi transportado para Elvas, onde foi cremado.
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