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Varandas degradadas num edifício da Póvoa de Santa Iria são um perigo para a segurança

Proprietário diz que vai fazer obras mas questiona pressa da Câmara de Vila Franca
Edição de 09.10.2013 | Sociedade
Duas varandas do prédio número 22 da Rua 28 de Setembro, na Póvoa de Santa Iria, estão em risco de cair se as suas estruturas não forem reforçadas. Os serviços de fiscalização da Câmara de Vila Franca de Xira detectaram fissuras que também estão a provocar a queda das pequenas peças cerâmicas do revestimento. O proprietário do edifício já foi notificado pela autarquia para efectuar obras de emergência mas contesta o que considera ser a pressa do município. “Há aí tanto edifício em mau estado e degradado à vista de todos e ninguém lhes mexe e por causa de duas varandas estão a exigir obras em 20 dias”, lamenta Jorge Belo. Que garante que vai tratar o assunto com um arquitecto. O edifício de três pisos, dois de habitação e um estabelecimento comercial no rés-do-chão, fica na zona antiga da Póvoa de Santa Iria, numa rua movimentada com passagem de carros e pessoas, muitas que passam na zona a caminho da estação de comboios. Na notificação camarária alerta-se que o adiamento de uma intervenção irá aumentar o risco para pessoas e bens. A solução preconizada passa por se retirar o revestimento cerâmico para consolidar e reforçar as varandas com argamassas. João Belo comprou o edifício em Junho de 2012. Diz que só há pouco tempo reparou nos 20 dias que lhe foram dados para fazer as obras, prazo que considera muito curto. “Vou também tentar que as obras se realizem num domingo para não prejudicar o trânsito na rua nem o acesso ao talho”, refere. O vice-presidente da câmara, Alberto Mesquita, esclarece que o prazo dado ao proprietário para se pronunciar e realizar obras pode ser alargado caso este se comprometa com um projecto de intervenção e com uma data, acrescentando que acção coerciva da autarquia será um último recurso.

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