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30 anos do jornal o Mirante

Bruno Ferreira, 30 anos

Caras do Desporto

Futebolista, C.D.Torres Novas

Edição de 16.10.2013 | Desporto
Bruno Ferreira tem 30 anos, é natural de Tomar, fez toda a sua formação no futebol do União de Tomar. É comercial numa empresa de segurança. E joga futebol no Clube Desportivo de Torres Novas. Os tempos livres são poucos e quando consegue um pouco de tempo gosta de conviver com a família e amigos.Quais são as tuas ambições no futebol?Aos 30 anos as ambições já não são muitas. Gostaria de jogar ainda durante alguns anos e chegar ao Campeonato Nacional de Seniores. Por agora quero fazer uma boa época no Torres Novas, onde sou bastante acarinhado. E também continuar a fazer amigos que é o mais importante.Não tens medo que a tua dedicação ao futebol interfira com o trabalho?Não porque o trabalho está sempre em primeiro lugar. Já estive um ano e meio sem jogar futebol por ser incompatível com o trabalho. Agora voltei porque as coisas estão mais aliviadas e dá para vir treinar e jogar, sem que uma coisa interfira com a outra.Ficas aborrecido se ficares no banco?Não, a opção é sempre do treinador e eu respeito-a sempre. Mas nenhum jogador gosta de ficar no banco e muito menos ainda ficar fora da convocatória, quando isso acontece comigo redobra a minha vontade de trabalhar ainda mais para voltar a recuperar a confiança do técnico.Qual é a tua relação com os árbitros?É tranquila, nunca falo muito com eles, respeito-os por aquilo que são na altura. Falo mais com os colegas do que com os árbitros. Nunca fui expulso e se houve alturas em que já fiquei chateado, disfarcei sempre bem e eles não deram por isso. Nunca se ganha nada em discutir com um arbitro e eu não o faço, prefiro tratá-los com cordialidade e respeito.Qual foi o campo mais difícil onde já jogaste?Não há campos difíceis nem fáceis, é preciso é que nos concentremos no jogo e fazermos o melhor que pudermos e soubermos, nunca me senti pressionado e excesso em nenhum campo.O futebol não te tira tempo para as namoradas?(risos) Não. Tenho a minha namorada, que me apoia incondicionalmente. Vai ver os jogos da minha equipa normalmente e no final é a primeira a dizer-me que joguei bem ou mal. Quando começámos a namorar já jogava futebol, por isso não interfere na nossa relação.

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