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Dirigente da Agromais defende que temos que pôr o Estado de lado antes que ele dê cabo de nós

Edição de 16.10.2013 | O Mirante dos Leitores
Eu concordo com o senhor Luís Vasconcellos e Souza. Pois até para se terem 10 ovelhas é preciso percorrer uma teia emaranhada de empecilhos e leis que nunca mais acabam e as pessoas desistem e em vez de viverem sobrevivem cada um para o seu canto sem ânimo... Quem quer investir neste país está tramado com leis, normas e regulamentos e claro impostos em tudo e mais alguma coisa. A agravar isso está o facto de os portugueses não quererem trabalhar, porque se habituaram aos subsídios. A União Europeia criou grandes vícios ao país que agora está a começar a pagar à conta desses vícios, mas ainda só está a começar, atenção...ainda vai piorar. Orlando Marrocano Haja quem diga umas verdades! Mas o que me deixa a pensar é que a comunicação social muitas vezes passa ao lado destas pessoas, deixando-se ultrapassar por algo, que não se vê, mas sente-se e ficando por cumprir a sua missão de informar. Esperamos melhores dias!!!!!!! Adeus!!!Luís MiraEste senhor colocou o dedo na ferida. O maior destruidor de emprego tem sido o Estado. Em vez de incentivar os empresários, a única coisa que faz é “sacar” através de impostos e mais impostos. Esquecem-se na realidade de que o Estado só sobrevive à custa de quem paga os seus impostos e não ao contrário. Mas, enfim o nosso país continua entregue a pessoas incompetentes, irresponsáveis e sem noção de vida. José BrásO trabalho do Eng.º Luís Vasconcellos e Souza dá-lhe autoridade para dizer aquilo que disse. Para mim, o Estado deve facilitar a vida dos cidadãos e das empresas. Quando só serve para colocar entraves a quem quer trabalhar e para gastar mal gasto o dinheiro que arrecada através de impostos, os cidadãos têm direito a defender-se. Não concordo com o fim do papel social do Estado mas se o Estado só consegue fazer o que está a fazer é normal que nos interroguemos, como fez o orador sobre se valerá a pena continuar a alimentar este “monstro”.Victor Manuel SantosCreio serem absolutamente correctas as palavras do Sr. Eng.º Luís Vasconcellos e Souza. São questões de ordem financeira que acabam por condenar quem trabalha. Realmente este Estado está perseguindo quem produz.Carlos BarreirosExactamente como refere o digníssimo dirigente empresarial. Neste país está toda a gente, desde o cidadão comum às empresas, num crescente de sufoco.É louvável, sobretudo, a coragem de quem não tem medo de expor realidades de sectores produtivos que estão a ser atirados para a situação de “braços caídos”.António Mendes

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