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Madrinha luta para ficar com guarda de menina de três anos

Madrinha luta para ficar com guarda de menina de três anos

Segurança Social quer que menor seja institucionalizada para futuro processo de adopção
Edição de 16.10.2013 | Sociedade
Isabel Machacaz vive numa angústia permanente com a possibilidade de poder perder a guarda da sua afilhada, uma menina de três anos e meio que cria como se fosse sua filha há mais de um ano e que quer adoptar. O processo está a ser avaliado pelo Tribunal de Almeirim.No entanto, esta intenção esbarra nas técnicas da Segurança Social responsáveis pelo caso que consideram que o melhor para a menina é uma futura adopção longe dos pais biológicos, como explicou Isabel Machacaz a O MIRANTE. Os pais biológicos, que vivem em Alpiarça, admitem que não reúnem condições para acolher a criança e sugerem que esta permaneça aos cuidados de Isabel Machacaz, tendo já manifestado essa vontade por escrito. “Não entendo por que é que a menina não pode ficar comigo. Dou-lhe todas as condições necessárias para crescer saudável. E ainda lhe dou muito amor. Tomara muitas crianças, mesmo adoptadas, que tenham a estabilidade familiar que esta menina encontra no nosso lar. Ela está muito apegada a mim, a toda a minha família e não faz qualquer sentido que haja um afastamento porque isso vai reflectir-se na sua vida emocional. Espero que a decisão do tribunal me seja favorável porque amo muito esta menina”, confessa angustiada com a possibilidade de perder a guarda da criança.A menor está ao cuidado da madrinha desde Agosto de 2012 quando Isabel Machacaz percebeu, numa visita a casa dos pais, que não havia as mínimas condições de habitabilidade para criar a menina e que também não tinham condições económicas para ficarem com a criança. Isabel lamenta toda esta situação e considera que não existe a necessidade de a menina ser institucionalizada para depois ser adoptada, pois os padrinhos são a sua família e dão-lhe tudo o que é necessário para que cresça feliz e saudável.A próxima sessão do julgamento realiza-se esta sexta-feira no Tribunal de Almeirim e Isabel Machacaz não sabe se será já tomada uma decisão.
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