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Taxistas de Alhandra reclamam praça no centro onde existem clientes

Taxistas de Alhandra reclamam praça no centro onde existem clientes

Assembleia de freguesia aprovou mudança de local em Março mas ainda nada foi feito

Os taxistas reclamam a colocação da praça na rua Joaquim Domingues da Silva, num local central da vila que fica próximo de bancos, supermercados, farmácias, junta de freguesia, restaurantes e do novo centro de saúde.

Edição de 16.10.2013 | Sociedade
Os cinco taxistas que prestam serviço em Alhandra temem ir parar ao desemprego se não mudarem a praça para um sítio mais central da freguesia. A actual praça está na Avenida Afonso de Albuquerque, junto à linha do caminho-de-ferro, e desde que o centro de saúde mudou de local para outras instalações que, queixam-se, os serviços têm caído a pique.“Estamos num local onde já não passa ninguém. Tudo o que existia mudou-se para o centro da vila e nós temos de mudar também senão ficamos sem trabalho”, lamenta o taxista José Francisco. Os profissionais dizem que os prejuízos estão a ser incomportáveis e reclamam a colocação da praça na rua Joaquim Domingues da Silva, num local que fica próximo de bancos, supermercados, farmácias, junta de freguesia, restaurantes e do novo centro de saúde.Em Outubro do ano passado os taxistas fizeram um abaixo-assinado, entregue na junta de freguesia, a solicitar uma reunião com o executivo de Luís Filipe Dias (PS) e a propor a alteração do local da praça. A junta elaborou uma proposta de alteração da praça de táxis que, em Março, foi aprovada em assembleia de freguesia. “Mas até hoje nada aconteceu. Ninguém mudou a praça nem sabemos se vão mudar porque entretanto meteram-se as eleições pelo meio”, lamenta outro taxista, João Silva. O MIRANTE tentou contactar o ainda presidente da Junta de Freguesia de Alhandra, Luís Filipe Dias, mas tal não foi possível até à data de fecho desta edição. Numa das últimas assembleias de freguesia os cinco taxistas foram questionar os eleitos sobre o motivo de não ter sido feita a transferência da praça. “Disseram-nos que havia problemas com os moradores dessa rua, que não nos queriam lá por fazermos demasiado barulho, o que é estranho”, lamentam os taxistas.Para João Silva, que é taxista em Alhandra desde 1991, há “uma falta de sensibilidade ao não cumprirem a decisão tomada em Março pela assembleia de freguesia”. Acrescentando que os taxistas “são cinco indústrias que pagam os seus impostos e que estão a ser deixados à margem”, lamenta.
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