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Quando chove escorrem águas e lamas de um talude para ruas do Bairro do Chabital

Quando chove escorrem águas e lamas de um talude para ruas do Bairro do Chabital

Presidente da Junta de Alhandra promete analisar a situação e intervir no local
Edição de 30.10.2013 | Sociedade
Quando chove as terras de um talude no Bairro do Chabital em Alhandra são arrastadas e além de sujarem as ruas entopem as sargetas e provocam inundações. A situação, segundo reclamam os moradores e comerciantes da zona, arrasta-se há três anos. A junta de freguesia já fez uma intervenção no local recentemente mas não foi suficiente para resolver o problema. Também há um mês foram colocadas plantas no talude para segurar as terras mas estas foram arrastadas pelas últimas chuvadas. Maria do Céu Marques, que explora o café “Centro de Convívio do Chabital” na Praceta Doutor António Eduardo Vieira, queixa-se que a situação tem afectado o negócio. “A entrada do café fica inundada com lixo e lama. Os clientes não entram porque têm medo de escorregar”, lamenta a comerciante, que tem vindo a alertar a junta para a situação. O presidente da autarquia, Mário Cantiga, já garantiu que, perante a persistência do problema, vai analisar a situação e tentar resolvê-la de vez.O muro de betão que suporta a barreira tem fendas e os moradores temem que algum dia rebente. João Miranda vive no bairro desde 1999 e explica que esta situação se deve à orientação das águas da Estrada de À-dos-Loucos para estas terras. “A água é conduzida por uma manilha até aqui e acaba por inundar a praceta” observa. No Inverno, a entrada para os escritórios do “Centro Social do Chabital” costuma ser afectado.
Quando chove escorrem águas e lamas de um talude para ruas do Bairro do Chabital

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