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Rui Agostinho Empresário

Rui Agostinho Empresário

55 anos, Cartaxo

“Não me imagino a ser vegetariano, sou muito carnívoro (risos). Gosto de uma boa massada de bacalhau, ou de umas sardinhas. Quando era mais novo preferia mais carne, agora gradualmente tento comer mais peixe”* * *“Uma coisa que me tira do sério é a falta de profissionalismo dos empregados, porque acho que nesta fase todos deveriam ter um espírito diferente, todos pelo mesmo fim, e isso não acontece. É uma coisa que me deixa triste quando penso nisso. Fui funcionário de três multinacionais e tive sempre um espírito diferente. Agora que estou deste lado aquilo que sinto é que há uma grande percentagem daquilo que não deve ser”

Edição de 06.11.2013 | Agora falo eu
Para que destino não iria de férias mesmo que lhe pagassem a viagem? Para os países africanos, principalmente Angola, garantidamente, porque estive lá e não me agradou aquilo que vi. Mas se tivesse que escolher um destino de férias para o Inverno falaria em países quentes para contrariar o nosso frio, como República Dominicana ou Cuba.Que música é que o deixa bem-disposto? Gosto de ouvir essencialmente música portuguesa. Não tenho nenhum cantor de eleição, mas gosto, por exemplo, do Tony Carreira. Também gosto dos Xutos & Pontapés, ou dos The Gift. Gosto de grupos portugueses, mesmo eventualmente cantando em inglês, porque acho que temos que dar prioridade àquilo que é nosso.O que pensa da vaga de emigração que tem assolado o país?O futuro, neste momento, para os jovens é complicado. Não há soluções. As pessoas não têm a mínima esperança de encontrar algo que possam fazer e têm que emigrar.Como seria a sua vida sem telemóvel e sem computador?Actualmente, até por ter a empresa a funcionar, sem telemóvel era muito complicado. A tecnologia vai avançando e nós temos que acompanhar. O telemóvel é um mal menor e o computador acaba por ajudar, por facilitar. Lembra-se da última vez que escreveu uma carta à mão? Lembro-me que escrevi muitas cartas à mão, principalmente a enviar currículos, porque naquela altura era tudo à mão.Qual a portuguesa mais bela da actualidade? A beleza da mulher é uma coisa natural e há muitas mulheres bonitas neste país. Cada vez as mulheres estão mais bonitas e é difícil dizer. Alexandra Lencastre, Soraia Chaves, há muitas... Na minha juventude havia uma actriz de cinema, a Sarita Montiel, que era muito bonita.O que faz falta no Cartaxo?Essencialmente que existam postos de trabalho para poder desenvolver a cidade. Eu continuo com a opinião de que o Cartaxo não tem potencial nem vida para ser uma cidade. O Cartaxo é uma vila de maior dimensão e falta-lhe mesmo muita coisa. Tem que ter condições, por exemplo, a nível de saúde e sector empresarial.Que profissão seria incapaz de exercer?Acho que não havia nenhuma profissão que eu não fosse capaz de exercer. Penso que sou um homem multifacetado e nós quando queremos fazer algo podemos é fazer menos bem ou melhor, mas quando há vontade conseguimos. Podemos ter vocação para uma coisa ou não ter, mas fazer toda a gente faz.Se encontrasse um elemento da Troika na rua o que lhe diria?Não diria muito, porque não sei o que é que se passa nos bastidores da Troika e do Governo. Aquilo que sabemos é o que vem através dos órgãos de informação, não sabemos os meandros das questões. Temos de ter alguma paciência e, de certa forma, pensar que estamos a ser geridos da melhor forma. O que é que o tira do sério?Uma coisa que me tira do sério é a falta de profissionalismo dos empregados, porque acho que nesta fase todos deveriam ter um espírito diferente, todos pelo mesmo fim, e isso não acontece. É uma coisa que me deixa triste quando penso nisso. Fui funcionário de três multinacionais e tive sempre um espírito diferente. Agora que estou deste lado aquilo que sinto é que há uma grande percentagem daquilo que não deve ser.Alguma vez lhe passou pela cabeça tornar-se vegetariano ou não resiste à boa gastronomia portuguesa?Não me imagino a ser vegetariano, sou muito carnívoro (risos). Gosto de uma boa massada de bacalhau, ou de umas de sardinhas. Quando era mais novo preferia mais carne, agora gradualmente tento comer mais peixe.
Rui Agostinho Empresário

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