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Prédio em risco de ruir no Monte Gordo continua por demolir

Câmara diz que já fez tudo o que podia e ameaça com tribunal
Edição de 06.11.2013 | Sociedade
A demolição do prédio em risco de ruir na encosta do Monte Gordo continua por cumprir. Quase um ano depois de a Câmara de Vila Franca ter despejado os moradores do prédio contíguo por razões de segurança. O fundo imobiliário proprietário do lote 2, a Bolsimo, tem vindo a adiar os trabalhos e o município garante que já fez tudo o que estava ao seu alcance para que o problema fosse resolvido. Na origem dos atrasos estão questões de ordem financeira e relacionadas com os registos das propriedade.O presidente da câmara, Alberto Mesquita, admite que o fundo imobiliário se tem “esquivado” ao processo de demolição e avança que a situação poderá chegar aos tribunais. Recorde-se que a câmara fez uma intervenção no talude do Monte Gordo, que ficou concluída no Verão, e que teve por objectivo aliviar a pressão da encosta sobre a zona onde foram construídos os prédios.Alberto Mesquita diz que vai também pedir um parecer ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), depois de o presidente deste organismo ter dito a O MIRANTE em Agosto que a encosta já não representava um perigo. Na altura, Carlos Pina salientou que o LNEC estava a acompanhar a situação e com base nas últimas medições feitas no local não havia o perigo de movimentações de terras. O responsável disse mesmo estar “confortável” com a intervenção feita pela câmara no talude.O Lote 2, que está para demolição e faz parte de um conjunto de três prédios, deslocou-se e apresenta fendas que têm a ver com a instabilidade dos terrenos. O lote 1, que foi despejado, estava em risco de ser arrastado pelo Lote 2. Os prédios com seis andares foram construídos há mais de 15 anos.

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