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João Oliveira

Caras do Desporto

Tenista, Clube de Ténis de Torres Novas

Edição de 13.11.2013 | Desporto
João Oliveira tem 23 anos e é jogador e treinador de ténis no Clube de Ténis de Torres Novas. Desde sempre ligado ao desporto, João começou a sua carreira no Clube Desportivo de Torres Novas mas acabou por ser um dos fundadores do CTTN. O atleta/treinador gosta de passear, ir ao cinema e estar com os amigos como qualquer jovem da sua idade.O que é que ainda ambicionas no ténis?O meu objectivo é chegar o mais longe possível como treinador. A nível de jogador já tenho 23 anos, uma idade já avançada para outras ambições do que ajudar o clube onde me formei e sempre joguei e treinei. Já perdeste o sonho de ir para um grande clube?Como jogador sim. Como treinador quero continuar a evoluir e espreitar uma oportunidade para dar o salto para um clube de maiores dimensões. Mas por agora sinto-me bem no Clube de Ténis de Torres Novas.A tua profissão vai ser treinador de ténis ou tens outra perspectiva de emprego?Eu não quero parar de jogar e treinar ténis. Mas estou a acabar a licenciatura em Finanças Empresariais e depois vou ter que fazer outras opções a nível de trabalho. O ténis irá ser sempre uma paixão.Qual é a tua relação com os árbitros?No ténis não existem discussões com os árbitros. Nos torneios regionais muitas vezes não temos árbitros de cadeira, e são os próprios jogadores que arbitram os jogos. Existe uma grande cordialidade e amizade.Qual é o teu nível de concentração durante os jogos?É quase total, quer como jogador quer como treinador. Se assim não for a derrota será completa. Por isso é ponto de honra transmitir isso aos meus alunos.Ficas chateado quando um dos teus alunos perde por não manter essa concentração?Claro, como todos. Mas é necessário não mostrar isso aos jovens. Controlo-me muito bem e chamo a atenção de forma a que eles não se sintam traumatizados.O que mudarias na tua equipa se pudesses?Não mudava nada. Apenas gostaria de conseguir ter melhores condições para treinar e jogar. No clube vive-se como uma família, todos puxamos para o mesmo lado e isso é o mais importante.Tens uma vida estudantil e desportiva muito intensa. Ainda consegues arranjar tempo para as coisas boas da vida?As coisas boas da vida para mim são as que tenho. Os estudos são uma necessidade premente. O ténis é uma paixão. Mas com organização arranjamos sempre um tempinho para sair com os amigos e para curtir a vida jovem.

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