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Junta não tem quem feche o cemitério de Manique e os ladrões aproveitam

Junta não tem quem feche o cemitério de Manique e os ladrões aproveitam

Espaço afastado da povoação e sem iluminação já foi assaltado duas vezes em três meses
Edição de 13.11.2013 | Sociedade
O cemitério de Manique do Intendente, Azambuja, fica aberto durante a noite porque não há funcionário para fechar o portão, o que facilita os assaltos. No espaço de três meses registam-se dois assaltos. Os ladrões levam sobretudo metais rentáveis no mercado negro. São jarras, estatuetas e crucifixos. Além dos roubos ficam outros prejuízos resultantes da vandalização das campas. O presidente da União de Freguesias de Manique do Intendente, Vila Nova de São Pedro e Maçussa reconhece que tem sido fácil assaltar o cemitério. Sofia de Matos, familiar de um dos defuntos, teve como prejuízo na campa o roubo de jarra, estatueta e crucifixo em bronze no valor de cerca de mil euros. Defende que é preciso agir, já que a vigilância da GNR é coisa que não se sente por aquelas bandas. “O portão só fica fechado no trinco e qualquer pessoa entra. A junta de freguesia devia fechar o portão às 19h00 ou às 20h00”, sugere, dizendo mesmo que em último caso devem ser os moradores a fazer a vigília alternada do cemitério.O presidente da junta diz que seja a que horas for não tem quem feche o portão. “Além disso, se trancamos o portão, uns criticam porque deixam de poder ir lá a determinada hora, se não trancamos, é porque fica aberto”, refere o autarca. José Correia diz ainda que o facto de o cemitério estar situado ao lado de um cabeço, permite que os ladrões controlem quem entra e sai. O cemitério de Manique fica fora da zona urbana da freguesia, a cerca de um quilómetro de distância da casa mais próxima, e não tem iluminação pública em redor. Os populares voltam a queixar-se também de falta de vigilância pela GNR, que tem posto em Aveiras de Cima, a cerca de 16 quilómetros.
Junta não tem quem feche o cemitério de Manique e os ladrões aproveitam

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