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Presidente de Vila Franca admite desactivar faixa BUS na Alves Redol para acabar imbróglio com polícia

Presidente de Vila Franca admite desactivar faixa BUS na Alves Redol para acabar imbróglio com polícia

Críticas do comandante da PSP levam Alberto Mesquita a marcar reunião para resolver situação do estacionamento
Edição de 20.11.2013 | Sociedade
Para acabar com o imbróglio da faixa de transportes públicos na Rua Alves Redol, o presidente da Câmara de Vila Franca de Xira admite desactivar o corredor BUS e devolver o estacionamento que tinha sido retirado pela sua antecessora, Maria da Luz Rosinha. Com esta medida, Alberto Mesquita acaba também com a guerra entre o município, que colocou no local um aviso a permitir o estacionamento, e a PSP, que multa os condutores por não reconhecer validade à placa colocada pela câmara.As declarações a O MIRANTE do comandante da divisão policial de Vila Franca, Pinto Aires, que criticou a câmara por ter criado uma situação “dúbia e complicada” de perceber, já tiveram efeitos. A câmara já pediu uma reunião com a Polícia para esclarecer a situação e o presidente sublinha que “o que se passa na rua Alves Redol é uma matéria que temos de fechar”. Até porque tem havido queixas dos moradores da rua e comerciantes, que defendem o estacionamento. A polícia avisou que há tolerância zero para quem estacionar na faixa BUS e quem tem lojas no local diz que isso prejudica o negócio. Alberto Mesquita não gostou das declarações do comandante mostrando-se “surpreendido” com a posição de Pinto Aires e dizendo que não era preciso este vir para os jornais quando há uma boa relação entre o município e a PSP. O presidente do executivo reconhece que a primeira fase do estudo de tráfego da rua Alves Redol considera que a faixa para transportes públicos não é uma necessidade e que por isso a câmara “terá de deixar cair” essa ideia. Para isso terá que ser também alterado o regulamento de trânsito. Recorde-se que para o comandante foi “uma precipitação” a câmara ter pintado as letras BUS na faixa e depois vir a permitir o estacionamento através de aviso. Pinto Aires disse na edição passada de O MIRANTE que chegou a sugerir à câmara que apagasse a indicação BUS no pavimento mas a autarquia não acolheu a proposta. Após as obras a rua, principal artéria da cidade, mudou várias vezes de configuração. Primeiro era para ter apenas uma faixa de circulação e uma para transportes públicos. Depois, por pressão de comerciantes e moradores, decidiu-se além destas duas fazer uma faixa de estacionamento. Mas ao fazerem-se testes de circulação verificou-se que não estavam garantidas as condições de segurança na circulação. A rua passou a ter uma faixa normal e outra para transportes onde os condutores costumam parar.
Presidente de Vila Franca admite desactivar faixa BUS na Alves Redol para acabar imbróglio com polícia

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