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Vigilante de escola de Minde acusado de agredir aluna de 14 anos

Edição de 20.11.2013 | Sociedade
Um vigilante da Escola Secundária 2/3 de Minde, no concelho de Alcanena, vai ser julgado pelo crime de ofensas à integridade física que, supostamente, terá cometido contra uma aluna de 14 anos que frequentava esse estabelecimento de ensino. A acusação do Ministério Público, a que O MIRANTE teve acesso, refere que, a 23 de Março de 2012, cerca das 14h00, a jovem estaria a maquilhar outra colega, num dos corredores da escola, quando o vigilante chegou e lhe terá dado um murro no braço, deixando a mesma cair o pincel de maquilhagem no chão. Quando se inclinou para apanhar o objecto, a rapariga, actualmente com 16 anos, terá sentido um forte puxão de cabelos, tendo ficado sem cabelos numa região do couro cabeludo, como atestam as fotografias apensas ao processo. O homem, de 64 anos, contesta a acusação e diz que foi a jovem que o tentou agredir com uma esferográfica. Diz que foi a aluna que o abordou no seu local de trabalho e que nunca ofendeu fisicamente a jovem, tentando apenas impedir que a mesma lhe espetasse o objecto na face. O funcionário não conseguiu explicar, porém, como é que os cabelos da rapariga lhe foram parar às mãos. Após o incidente, testemunhado por cinco colegas da menor, a aluna preencheu o formulário de participação que existe na escola para estas situações, pedindo a expulsão do funcionário. Em casa, relatou o sucedido aos pais e como na manhã seguinte se queixava de fortes dores de cabeça acabou por ir ao Hospital de Torres Novas para ser observada. Os pais da aluna exigem uma indemnização de cinco mil euros, por danos morais, e ainda os 51 euros que pagaram pela consulta de urgência. O julgamento está marcado para breve no Tribunal Judicial de Alcanena.

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