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Francisco Matias assume funções de vereador a tempo inteiro na Câmara da Chamusca

O novo presidente Paulo Queimado percebeu rapidamente que só os dois eleitos do PS não chegavam para assegurar o regular funcionamento da autarquia
Edição de 27.11.2013 | Política
O presidente da Câmara da Chamusca, Paulo Queimado (PS), anunciou na reunião do executivo de 25 de Novembro que o vereador Francisco Matias (CDU) iria assumir funções em regime de permanência no executivo municipal a partir de 2 de Dezembro.Paulo Queimado já tinha abordado em reunião anterior a possibilidade de nomear um terceiro elemento a tempo inteiro. Nas eleições o PS venceu com maioria relativa, elegendo dois elementos, a CDU elegeu dois vereadores e o PSD um. Por isso o terceiro elemento a tempo inteiro tinha que vir de uma das forças da oposição.Depois de consultar o partido, Paulo Queimado apostou na experiência de Francisco Matias, que foi vice-presidente da câmara nos últimos mandatos de Sérgio Carrinho. E depois de contactos com a CDU esta coligação aceitou a atribuição de pelouros e as funções em regime de permanência de Matias.Francisco Matias vai ficar a gerir os pelouros da Acção Social, Acção Social Escolar, Cidadania e Igualdade, Educação (algumas tarefas partilhadas com a vice-presidente, Cláudia Moreira), Habitação Social e Municipal, Mobilidade e Transportes Colectivos, Promoção e Desenvolvimento de Actividades Seniores, Protecção de Crianças e Jovens e Saúde.Na altura em que anunciou a nomeação, Paulo Queimado voltou a afirmar que não é possível governar um concelho tão grande só com dois autarcas a tempo inteiro. “Para continuarmos a promover um trabalho de proximidade tínhamos que ter mais uma pessoa a trabalhar connosco. A escolha recaiu no vereador Francisco Matias e acredito que a sua experiência pode ser muito útil”, disse.Francisco Matias mostrou toda a disponibilidade para trabalhar pelo concelho e em prol das pessoas. “Garanto que vou trabalhar com lealdade e sem abdicar das minhas convicções. Podem contar comigo, vou dar o meu melhor para corresponder à confiança que depositaram em mim”, disse remetendo mais declarações para uma declaração da CDU, lida pela vereadora Manuela Marques.A CDU garante que a disponibilidade é possível dentro de um relacionamento institucional, justo e aberto, de respeito mútuo e diálogo permanente.”Desejamos contribuir para o garante do funcionamento regular dos órgãos municipais. Não significando isso que se apaguem as diferenças de posicionamento e orientação política existentes”.Garantindo que o contributo da CDU na Câmara da Chamusca não será apenas nas áreas dos pelouros atribuídos, a coligação manifesta aos eleitos do PS e à vereadora do PSD total disponibilidade para analisar, debater e colaborar nos mais diversos aspectos que digam respeito ao município e à defesa dos interesses das populações.A vereadora do PSD, Aurelina Rufino, limitou-se a dizer que aceitava a decisão do presidente, fazendo votos de um trabalho profícuo, e colocou-se à disposição do restante executivo para ajudar no trabalho em prol do concelho da Chamusca.

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