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Dona de café assaltado obrigada a ficar de guarda enquanto espera arranjo da porta

Dona de café assaltado obrigada a ficar de guarda enquanto espera arranjo da porta

Porta foi destruída por carrinha de caixa aberta no dia 15 de Novembro mas, até ao momento, nenhum serralheiro apresentou orçamentos para que a seguradora mande avançar com o arranjo.

Edição de 27.11.2013 | Sociedade
Quase duas semanas depois de ter sido assaltado, o café “Chamel”, localizado junto ao cruzamento de acesso à Zona Verde, no Entroncamento, mantém bem visíveis as marcas deixadas pelos ladrões, apresentando-se de portas escancaradas e apenas com umas tábuas de madeira que servem, sobretudo, para combater as baixas temperaturas. Sem conseguir uma resposta por parte da seguradora com quem estabeleceu contrato, a proprietária, Lucília Grácio, mantém-se de vigília ao espaço vinte e quatro horas por dia.O assalto ao estabelecimento decorreu na madrugada de sexta-feira, 15 de Novembro, cerca das 03h00, e foram os vizinhos que alertaram a PSP. “A porta de vidro ficou totalmente destruída por uma carrinha de caixa aberta que me entrou pelo estabelecimento dentro, partindo ainda mesas e cadeiras. Em seguida carregaram a máquina do tabaco e fugiram”, conta Lucília Grácio que calcula o prejuízo superior a 2500 euros, não dispondo desta verba para assegurar o arranjo a expensas próprias. Segundo diz Lucília, pelo menos quatro serralheiros já se deslocaram ao local mas acabam por não apresentar orçamentos à seguradora que, deste modo, também não pode dar resposta. “As pessoas perguntam-me como isto é possível ou se não tenho seguro, mas tenho. O problema, acho, é que as empresas não querem trabalhar com seguradoras. Já passaram estes dias todos e continuo sem o problema resolvido “, lamenta. Foi a primeira vez que o café Chamel foi assaltado desde que Lucília Grácio assumiu a gerência do estabelecimento há três anos.À hora de fecho desta edição, a proprietária do café já tinha o aval da Seguradora para mandar avançar as obras consoante o orçamento escolhido, desconhecendo ainda o valor que estava coberto pelo seguro. Refere que a porta vai demorar pelo menos dois dias a ser reposta de novo e lamenta que a seguradora, pelo menos, não tenha isolado o local após a ocorrência.
Dona de café assaltado obrigada a ficar de guarda enquanto espera arranjo da porta

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