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Financiamento garantido para acabar construção do lar da Carregueira

Financiamento garantido para acabar construção do lar da Carregueira

Actual direcção convoca uma assembleia geral extraordinária para solicitar autorização para se poder recandidatar
Edição de 27.11.2013 | Sociedade
A construção do Lar de Idosos da Carregueira, que esteve emperrada durante quatro anos, vai poder avançar de forma definitiva. A candidatura apresentada no âmbito do QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional foi aprovada e a direcção que está a acabar o mandato tem garantidos cerca de um milhão e quinhentos mil euros para acabar de construir as instalações do novo lar. A promessa de construção de um lar de idosos na Carregueira tem pelo menos uma dúzia de anos, mas sofreu várias vicissitudes que a direcção do CASC - Centro de Apoio Social da Carregueira, presidida por Duarte Arsénio, tem tentado ultrapassar. Numa primeira fase conseguiu levar a ideia por diante e com verbas de donativos das empresas estabelecidas no Eco Parque do Relvão iniciou as obras há quatro anos.Mas quando as obras já avançavam a bom ritmo a empresa de construção a quem a empreitada tinha sido adjudicada faliu e a construção parou. Foi por isso necessário fazer um novo concurso, ganho por uma empresa do Porto. Contudo foi impossível fazer a entrega da obra nessa altura, porque a Câmara da Chamusca tinha empregue a verba destinada à construção do lar na resolução de outros problemas.Mas nem o executivo da autarquia nem a direcção do CASC baixaram os braços e continuaram a lutar para levar a obra por diante. “A construção do lar é de vital importância para a Carregueira, há muita gente à espera da sua conclusão para aqui vir habitar”, garante Duarte Arsénio. “Quando a câmara nos propôs a candidatura ao QREN aceitámos sem reservas. O que queríamos era ver a obra avançar e ter um fim. Agora, com a sua aprovação, vamos fazer tudo o mais rápido possível para conseguirmos que as obras voltem a andar. Acreditamos que em Fevereiro seja possível que a empresa a quem a obra vai ser adjudicada esteja a trabalhar no terreno”, disse o presidente do CASC.Direcção quer continuarMas existe ainda mais um problema a resolver. A actual direcção está em fim de mandato e só pode voltar a candidatar-se se os sócios entenderem expressamente que é impossível ou inconveniente proceder à sua substituição. “Nesta altura em que temos em mãos este processo e outros projectos geriátricos para o CASC, não os queríamos deixar a meio, por isso solicitámos ao presidente da assembleia geral, para marcar uma reunião para pedir essa autorização aos sócios”, referiu Duarte Arsénio.A reunião da assembleia está marcada para dia 7 de Dezembro, às 16h30, na sede do CASC e tem como ponto único deliberar sobre o pedido de permissão para que a maioria dos elementos da actual direcção se possa candidatar e ser ou não reeleita.
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