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Oposição critica relatório do Plano de Saneamento Financeiro de Alpiarça

Edição de 11.12.2013 | Política
O relatório semestral do Plano de Saneamento Financeiro (PSF) originou mais um debate político na Assembleia Municipal de Alpiarça. O deputado municipal Miguel Sá Pereira (PS) considerou que o PSF tem semelhanças com o memorando da Troika e que a dívida que o Partido Socialista deixou após três mandatos à frente da autarquia se reflectem em obra que fez o concelho desenvolver-se.Do movimento independente Todos Por Alpiarça (TPA), o deputado Mário Santiago diz que o que o preocupa é que, decorridos três anos do PSF, a obra “visível não é positiva para o concelho”. “Não há obra que crie emprego nem riqueza. Quando acabar o período de carência de capital, há que começar a amortizar o financiamento”, defendeu.O deputado municipal Marco Silva (CDU) refere que o executivo municipal pagou as obras que estavam em curso como o centro escolar e a requalificação da Casa-Museu dos Patudos, “honrando os compromissos assumidos pela autarquia”. O deputado comunista acrescenta que as obras estavam a ser feitas mas não estavam pagas e congratula-se e sente-se orgulhoso por apoiar um executivo que “muito tem feito por este município com pouco dinheiro”.O presidente da Câmara de Alpiarça, Mário Pereira (CDU), informou que desde que entrou em vigor o PSF, em Dezembro de 2009, a autarquia já abateu cerca de um milhão e meio de euros à dívida global de aproximadamente 13 milhões de euros. A dívida a fornecedores actualmente é “residual” estando a autarquia a pagar a 30 dias quando antes do PSF o fazia a 218 dias. Também o número de trabalhadores do município diminuiu nos últimos três anos passando de 189 para 164. Os custos na aquisição de bens e serviços diminuíram cinco por cento enquanto o pagamento de juros teve uma redução de 24 por cento.

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