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Câmara de Santarém quer mexer no figurino do Festival de Gastronomia

Intenção é organizar iniciativas ao longo do ano envolvendo os restaurantes da cidade
Edição de 11.12.2013 | Sociedade
A Câmara de Santarém quer rever o figurino do Festival Nacional de Gastronomia, com a realização ao longo do ano de diversas iniciativas relacionadas com o evento e envolvendo os restaurantes da cidade. O presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves (PSD), disse na última reunião do executivo que pretende também aumentar a duração do festival dos actuais dez dias para as duas semanas. Em breve, garantiu, serão levadas a reunião do executivo camarário propostas para reflexão.Afirmando que a gastronomia vai ser uma “grande aposta” do mandato que agora começou e lembrando que Santarém é a única cidade que organiza um festival com carácter nacional nessa área, Ricardo Gonçalves considera que os actuais dez dias de evento “não chegam” e que as iniciativas para promover o festival “têm que começar mais cedo, talvez em Abril”, envolvendo os restaurantes da cidade. A intenção, resumiu o autarca, é que “a gastronomia esteja presente durante muito mais tempo” na vida da cidade, tendo como ponto alto as duas semanas de Outubro e início de Novembro em que habitualmente decorre o festival na Casa do Campino.O assunto foi levantado pelo vereador Ricardo Segurado (PS), que aludiu ao modelo inovador da edição deste ano - pela primeira vez organizada em exclusivo pela Câmara de Santarém através da empresa municipal Viver Santarém, sem a co-responsabilidade da região de turismo -, constatando no entanto que continua a haver um défice de ligação entre o festival e a cidade.“As pessoas vêm a Santarém ao festival mas não saem daquele espaço”, afirmou o autarca socialista, referindo que é necessário reflectir sobre o futuro do certame e deixando uma sugestão a título de exemplo e em jeito de pergunta: “Os show cooking que se realizam na Casa do Campino não teriam mais valor se fossem realizados no Largo do Seminário ou na Praça Visconde Serra do Pilar?”, concluiu dizendo que é fundamental perspectivar o festival a médio prazo para que não se corra o risco de se vir a tornar apenas mais um evento gastronómico, entre os muitos que se realizam pelo país.

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