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O sonho do ténis de mesa

O sonho do ténis de mesa

Edição de 18.12.2013 | Primeiro Plano
O ritmo a que decorrem as jogadas de ténis de mesa exige grande concentração de quem está a assistir. As bolas chegam a atingir uma velocidade de 160 quilómetros por hora. Numa tarde de sábado no salão da Associação de Desenvolvimento Cultural e Recreativo dos Arados (ADCRA) estão Valentin Brapovanov e David Carvalho, mestre e aprendiz, a dar os primeiros passos de um sonho: constituir na aldeia dos Arados (Samora Correia) um núcleo de ténis de mesa. Valentin, 43 anos, é búlgaro mas reside no concelho há quase sete anos. É treinador da federação mundial de ténis de mesa e está a tentar com um colega, Rui Lopes, formar um núcleo de ténis de mesa na localidade. Isto porque nas proximidades não há quem fomente este desporto, considerado pela agência espacial americana (NASA) como um dos mais complicados que um ser humano pode praticar. Ajuda a desenvolver a memória, a tomada de decisões e a agilidade de pensamento. David tem 16 anos, é do Porto Alto e está a treinar há quatro meses. Nunca pensou apaixonar-se pela modalidade e diz com orgulho que ganhou um amor para a vida. O sonho é continuar a crescer para depois poder participar em provas nacionais e internacionais. A associação já começou a fazer demonstrações nas escolas do concelho de Benavente e os miúdos estão a gostar. O que aí virá, dizem, dependerá do jeito com a raquete. Filipe Matias
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