uma parceria com o Jornal Expresso

Edição Diária >

Edição Semanal >

Assine O Mirante e receba o jornal em casa
31 anos do jornal o Mirante

Polícia chamada à Escola Sá da Bandeira de Santarém para libertar professores

Edição de 23.12.2013 | O Mirante dos Leitores
Sou professora na Escola Sá da Bandeira e não concordo com o exame, mas também não posso concordar com a atitude dos professores em causa. Quando se apresentaram para realizar a prova já sabiam as regras que são iguais à de qualquer exame nacional no que respeita à permanência na sala onde se encontram, durante o tempo regulamentar da prova, mesmo que não a realizem. Considero que foi um péssimo exemplo que deram aos alunos que também se irão sujeitar a futuros exames nacionais e foi uma falta de respeito pelos colegas que queriam realizar a prova. Perderam toda a razão que tinham com a atitude que tomaram. Os professores abrangidos por este exame deviam revoltar-se contra os dirigentes de faculdades, politécnicos e ESES onde se licenciaram. Esses dirigentes deveriam ser os primeiros a apresentar reclamação da realização deste exame, assumindo a qualidade do ensino no estabelecimento que dirigem. Porque não o fizeram? Não há dúvida que o exame que hoje se realizou põe em causa o desempenho desses estabelecimentos de ensino superior.Olga RitaQual o problema em fazerem a prova? Até parece que têm medo de algo. Não percebo qual o drama. Será que não têm mesmo qualificações para dar aulas? Se calhar é mesmo isso. MargaridaFantástico o exemplo que alguns professores(?!)dão aos seus alunos! Se não queriam fazer a prova o que foram lá fazer?! Ou não tinham estudado a matéria?! Seria a prova assim tão difícil? Ficamos com essa dúvida. E porque têm tanto medo de ser avaliados?! Claro que é muito mais fácil dizer que se está contra!!! Assim “fugimos” mais facilmente. E quando tiverem que vigiar um teste dos alunos, também vão permitir que os que desistem saiam logo da sala? Ele há gente com muita sorte!!! João Motta Freire  É muito difícil avaliar situações destas que metem contestações, sindicatos, partidos políticos e outras coisas do género. Nestas alturas vale tudo para fazer barulho e fazer com que os jornalistas amplifiquem. Há manifestantes que também atiram pedras à polícia nas concentrações para ver se levam umas cacetadas ou se são arrastados para as esquadras para serem fotografados como vítimas inocentes. Quem me dera que o mundo não estivesse meio amalucado mas tenho que pensar que o homem, desde que está na terra, sempre resolveu os seus problemas com o outro através da cacetada. Carlos Carneiro Fui estudante durante uma dúzia de anos, entre o ensino básico e o superior. Tive bons professores mas também tive alguns que eram verdadeiras nódoas. Quanto eu não teria dado para eles serem avaliados e corridos do ensino. O que escrevo agora pode ser subscrito por milhares e milhares de portugueses, alguns dos quais contestam agora a prova de avaliação. Compreendo que a missão dos Sindicatos é defender a classe e o corporativismo não é propício à separação do trigo do joio o que acaba por prejudicar gravemente os bons professores. Não pactuo com a irracionalidade dos sindicalistas para quem os fins justificam todos os meios usados.  Fernando de Carvalho A direcção da escola devia saber que, ao impedir a saída de pessoas, está a cometer um crime contra a liberdade individual de qualquer ser humano.Rui Santos

Comentários

Mais Notícias

    A carregar...