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Novo Centro Escolar da Freixianda sem sistema de aquecimento

Edição de 30.12.2013 | Sociedade
Alguns professores que dão aulas no novo Centro Escolar de Freixianda, em Ourém, estão a levar aquecedores de casa para as salas de aula uma vez que o sistema de aquecimento nunca foi ligado nesse estabelecimento de ensino, inaugurado há menos de seis meses. A denúncia foi feita na sessão da Assembleia Municipal de Ourém, realizada na noite de sexta-feira, 27 de Dezembro, por Ana Vieira da bancada do Partido Social-Democrata (PSD), que pediu esclarecimentos ao presidente da câmara. Paulo Fonseca (PS) confirmou a existência desse problema, referindo que o mesmo está imputado à empresa responsável pela obra que não tinha os certificados energéticos obrigatórios para que o aquecimento fosse ligado. “A autarquia colocou um depósito de gás e contactou a Tagusgás para fazer a ligação às caldeiras mas esta recusou-se, e bem, a fazê-lo uma vez que a empresa não apresentou os certificados do equipamento”, explicou o presidente da câmara. Paulo Fonseca pensa que o problema vai ser resolvido em breve e que, mesmo sendo uma questão que ultrapassa a autarquia, vão existir consequências no relacionamento entre a câmara e a empresa responsável pela obra. O Centro Escolar da Freixianda, que ficou pronto em Julho antes do início do novo ano lectivo, serve as crianças do Jardim Infantil e Escola Básica Nº1 de São Jorge, de Freixianda, de Formigais, o Jardim Infantil de Ribeira do Fárrio e a Escola Básica Nº 1 de Mata do Fárrio, num total de 173 crianças. O edifício está equipado com oito salas destinadas ao ensino do 1º ciclo do ensino básico e três do pré-escolar.

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