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Médio Tejo candidatou projectos no valor de 72 milhões de euros a fundos comunitários

Edição de 29.07.2015 | Sociedade
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) anunciou ter candidatado projectos no valor de 72 milhões de euros no âmbito dos investimentos territoriais integrados (ITI) para o próximo quadro comunitário de apoio.O montante global da proposta de ITI apresentada ao Portugal 2020 pela CIMT, que agrega 13 municípios do distrito de Santarém e de Castelo Branco, é de cerca de 72 milhões de euros, dos quais cerca de 50 milhões correspondem a projectos intermunicipais e os outros 22 milhões correspondem a investimentos em infraestruturas de educação, património cultural, saúde e sociais, alguns da responsabilidade da administração central.Os investimentos apresentados em candidatura enquadram-se dentro das áreas de intervenção mobilizáveis pelo instrumento financeiro ITI, tais como a modernização administrativa, a eficiência energética, a prevenção e gestão de riscos, a educação, a inclusão social e melhoria do acesso a serviços sociais e de saúde, a valorização do património e promoção turística e o apoio ao empreendedorismo.No documento pode ler-se que a construção do programa de acção do ITI do Médio Tejo “assentou na estruturação de projectos de escala supramunicipal, com o envolvimento de parceiros locais/regionais relevantes no contexto dos grupos de trabalho sectoriais” estabelecidos no modelo de governação da Estratégia 2020 do Médio Tejo.Com uma população na ordem dos 250 mil habitantes, a CIMT é composta pelos municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

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