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A segurança no mercado quinzenal de Santarém

Edição de 05.08.2015 | O Mirante dos Leitores
Ontem, domingo dia 26 Julho, resolvi ir ao mercado quinzenal no Campo Emílio Infante da Câmara com os meus dois filhos um de 4 anos e outro de 11 meses (levei ao colo), como faço frequentemente. Assim que cheguei apercebi-me que polícia não faltava... Senti-me segura. Não é que de um momento para o outro vejo dois indivíduos a agredirem violentamente um senhor. Entretanto, familiares dos agressores tinham separado os intervenientes na briga e os agressores desapareceram. O senhor ficou muito mal tratado, ferido na cara e possivelmente no corpo... Surpreendentemente, os tais polícias que tinha visto ao entrar na feira aparecem em grupo, talvez uns 10, em passo de passeio, velocidade marcha-atrás. Enquanto isso duas adolescentes choravam (impressionadas), a população revoltada gritava: “mais depressa” “corram” “mexam-se”.... Mas não, nada os fazia reagir, pareciam anestesiados pelo calor que já se fazia sentir àquela hora (cerca das 13h00). Levaram o senhor ferido. As pessoas começaram a dispersar, peguei nos miúdos e vim embora.No cruzamento, já no carro, vi uma das adolescentes, seguia no automóvel dos pais, e continuava a chorar. Os agressores?! Esses voltam daqui a 15 dias para mais um dia de mercado! De certeza que a velocidade a que a polícia chegou e com vontade manifestada em intervir eles já estariam em casa a descansar da manhã de trabalho.Não sei que conclusões hei-de tirar deste episódio. Deixo para quem de direito, se lhes apetecer claro! Porque hoje aqueles cerca de 10 polícias que me fizeram sentir segura inicialmente provocaram em mim uma sensação de anarquia, insegurança, revolta e medo, pelos meus dois filhos, por mim, pela sociedade! Cláudia Martinho Cláudio

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