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Praga de pombos preocupa Azambuja

Edição de 12.08.2015 | Sociedade
A Câmara de Azambuja e a própria população estão preocupadas com o aumento da população de pombos no município. Nos últimos tempos têm sido cada vez mais as aves que se acumulam junto aos principais monumentos da localidade e no jardim municipal. O vice-presidente da autarquia, Silvino Lúcio, reconhece que “são muitos os prejuízos causados pelas aves. Além dos muitos algerozes que se entopem, os próprios veículos estacionados e os monumentos em pedra sofrem estragos de monta devido ao alto teor ácido das fezes”. O autarca realça que nos jardins tem vindo a crescer o hábito das pessoas darem pão e milho aos pombos, o que em nada ajuda a que se possa controlar esta praga. Além de Azambuja propriamente dita, também Aveiras de Cima e Aveiras de Baixo estão a ser fortemente afectadas. “Recebemos relato de um caso de um criador de gado que ao deitar ração para os animais se deparou em várias ocasiões com mais de 400 pombos a comer a ração e a despesa acabou por ser grande”, relata Silvino Lúcio.Em Azambuja, “o Centro Social e Paroquial chegou a ter mais de 400 quilos de dejectos que entupiam o escoamento de águas, que chegou a correr para o interior do edifício”, explica o autarca. A câmara já tentou várias soluções para o problema. A aquisição de uma gaiola de captura, revelou-se pouco ou nada eficaz. “Já contactámos a Direcção Geral de Veterinária para saber o que fazer. Além disso, estamos em contacto com a Câmara Municipal de Lisboa para saber que tipo de solução adoptaram, sobretudo no quadro legal, dada a protecção de que aufere esta espécie”, esclareceu Silvino Lúcio.

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