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Águas de Santarém informa que não tem culpa nos atrasos dos envios das facturas

Há facturas que chegam depois do prazo do pagamento e o problema está na expedição dos CTT
Edição de 19.08.2015 | Sociedade
A empresa municipal Águas de Santarém rejeita as culpas nos atrasos com que os seus clientes estão a receber as facturas para pagar a conta da água. A situação tem vindo a piorar nos últimos meses mas durante o mês de Agosto a situação agravou-se com clientes a receberem a factura da água vários dias após o prazo limite de pagamento. A empresa lamenta a situação à qual diz ser alheia, explicando que o problema está nos serviços dos Correios. Alberto Reis é um dos clientes que só recebeu a carta no dia 13 de Agosto quando o prazo de pagamento era o dia 7 de Agosto. E por cada dia de atraso no pagamento contam juros de mora. No caso de quem paga no multibanco não existe a possibilidade de pagar um ou dois dias depois de passar o prazo, como acontece com outros serviços.A administradora da Águas de Santarém, Teresa Ferreira, explica que a empresa municipal manda “todos os meses os ficheiros para os CTT. Eles fazem a impressão, envelopagem das facturas e expedição. Há cerca de dois, três meses que temos recebido queixas e a situação tem vindo a agravar-se”. Teresa Ferreira adianta também que voltou a fazer nova reclamação para os Correios e que até já têm uma carta tipo que enviam aos CTT sempre que têm reclamações. “Os CTT já nos enviaram uma carta a pedir desculpa pela situação”, realça a administradora.Teresa Ferreira confirma que têm tido todos os meses várias reclamações dos consumidores e se estes forem ao local pagar, a empresa não cobra os juros de mora. “Esta é uma situação muito aborrecida porque as pessoas podem pensar que a culpa é da Águas de Santarém quando na verdade não temos culpa nenhuma deste problema”, afirma. Contactado por O MIRANTE o gabinete de comunicação dos CTT confirma a existência de um constrangimento no tratamento do ficheiro recebido pelo cliente, que atrasou a impressão e posterior envelopagem. “Tratou-se de uma situação pontual, que nunca ocorreu no passado e que os CTT lamentam, tendo sido tomadas medidas pelos CTT para que não se repita no futuro”, refere.

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