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Hospital de Vila Franca de Xira testa cenário de catástrofe um ano depois da legionella

Hospital de Vila Franca de Xira testa cenário de catástrofe um ano depois da legionella

Simulacro colocou à prova a capacidade da unidade em lidar com aumento repentino dos utentes
Edição de 11.11.2015 | Sociedade
O Hospital de Vila Franca de Xira lidou bem com a pressão de um cenário de catástrofe, na tarde de 4 de Novembro, durante um simulacro destinado a testar a capacidade de resposta daquela unidade de saúde. Um exercício feito um ano depois do surto de legionella no concelho, que fez as urgências chegarem ao seu limite com a quantidade de utentes que a ela acorreram. O simulacro, feito em conjunto com a Escola Secundária Alves Redol, visou apurar as formas de reagir a estas situações e testar o plano de catástrofe do hospital, um plano que tem sido criado desde que a unidade começou a funcionar nas novas instalações. Ao mesmo tempo a escola colocou à prova o seu plano de segurança interno. O exercício contou com o envolvimento do Serviço Municipal de Protecção Civil, das corporações de bombeiros voluntários do concelho, do Centro Distrital de Operações de Socorro e da PSP. “Realizar este simulacro na altura em que passa um ano do surto de legionella é uma coincidência. Neste hospital já fizemos em dois anos consecutivos simulacros ao plano de segurança interno. Simulámos incêndios dentro do edifício, que obrigaram à intervenção dos colaboradores do hospital e a envolver os bombeiros. Já tínhamos feito um micro-teste interno ao plano de catástrofe mas este é o primeiro grande simulacro nesse aspecto”, explica Rui Moreira, delegado de segurança do exercício. Segundo Rosa Galvão, enfermeira chefe daquela unidade hospitalar, tentou-se ao máximo não avisar ninguém da realização do simulacro, para que todas as entidades actuassem pensando tratar-se de um evento real. “Queremos ter todos os colaboradores com o maior treino possível para estarem preparados para qualquer eventualidade”, explica a O MIRANTE. O exercício foi também um teste à capacidade da polícia em montar corredores de emergência nas principais vias da cidade.Na Secundária Alves Redol ninguém se mostrou disponível para fazer o balanço do simulacro ao plano de segurança interno da escola, desconhecendo-se se houve ou não problemas a corrigir.
Hospital de Vila Franca de Xira testa cenário de catástrofe um ano depois da legionella

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