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Município substitui-se ao Governo e garante ensino articulado da música em Rio Maior

Pela primeira vez uma escola do concelho vai ter esse tipo de formação específica
Edição de 11.11.2015 | Sociedade
O ensino articulado de música vai ser uma realidade já este ano lectivo no concelho de Rio Maior, após o município ter decidido suportar os custos decorrentes dessa medida, que implica a contratação de professores externos à escola pública. Neste caso, esse ensino específico vai ser ministrado pela Academia de Música de Alcobaça, mediante protocolo que envolve essa colectividade, a Câmara de Rio Maior e o Agrupamento de Escolas Marinhas do Sal, onde estão decorrer as aulas desde esta segunda-feira, 9 de Novembro.A autarquia compromete-se a transferir para a Academia de Música de Alcobaça um montante global de 27.600 euros, para garantir o funcionamento de uma turma do 5º ano com ensino especializado da música, nas áreas da formação musical, classe de conjunto e instrumentos. Ao todo serão 23 alunos a beneficiar dessa medida neste ano lectivo.O protocolo, aprovado na última reunião do executivo camarário, estipula ainda que nos anos lectivos seguintes a Academia de Música de Alcobaça continue a assegurar esse tipo de ensino, deixando a autarquia de ter responsabilidades financeiras com essa medida.O assunto já tinha sido levantado na anterior reunião de câmara pelo vereador Daniel Pinto (PS), que se ausentou da sala na hora da votação do protocolo por ter um filho que vai ser beneficiário dessa medida. Mesmo assim, no início da reunião congratulou-se pelo desfecho, considerando que “vale a pena arriscar” nesse projecto.A vereadora da Educação, Ana Filomena Figueiredo (CDS), tinha feito, também na anterior reunião do executivo, um historial do processo, referindo que foi enviada atempadamente uma exposição sobre o assunto para o Ministério da Educação onde se defendia direitos equitativos para todos os concelhos no que toca ao ensino articulado, sem custos adicionais para o município, já que o financiamento é da responsabilidade do Estado. Mas entretanto a autarquia decidiu assumir as despesas do primeiro ano de funcionamento, como já havia deixado no ar a presidente da câmara Isaura Morais.

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