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31 anos do jornal o Mirante

Fátima Narciso

Empregada Forense, 31 anos, Alcanede (Santarém)

“Não costumo dar esmolas e não é por ser egoísta ou por não querer ajudar. Muitas vezes as pessoas que estão a pedir estão bem melhor que nós. Já tive experiências dessas vividas e presenciadas”* * *“O uso de telemóvel é uma imposição dos tempos actuais. Temos que estar permanentemente contactáveis. Por um lado é uma vantagem podermos receber e enviar informação qualquer que seja o local onde estamos mas por outro é uma imposição que limita a nossa privacidade. Por vezes é imperioso desligar”

Edição de 25.11.2015 | Agora falo eu
Conseguia viver sem telemóvel?Não. O uso de telemóvel é uma imposição dos tempos actuais. Temos que estar permanentemente contactáveis. Por um lado é uma vantagem podermos receber e enviar informação qualquer que seja o local onde estamos mas por outro é uma imposição que limita a nossa privacidade. Por vezes é imperioso desligar.Nas noites frias gosta de estar à lareira ou prefere outro tipo de aquecimento?Adoro estar à lareira. Sinto-me muito bem, quentinha e relaxada, de preferência sem tecnologias à minha frente. As férias têm que ser planeadas ou gosta de ir à aventura sem destino marcado? Gosto de aventura mas controlada. Prefiro saber antecipadamente para onde vou e, então aí, ir à aventura, descobrindo a região, a cultura e as pessoas sem marcações, nem horários.Praia ou campo?Ambos. Campo para aventuras, passeios e descontracção e praia, de preferência pouco frequentada para relaxar a ler um bom livro. Não gosto de praias atulhadas de gente. Para isso prefiro uma bela esplanada à beira-mar.O que aprecia no corpo de um homem? A primeira coisa em que reparo são os olhos. O resto vem por acréscimo (risos). Os homens ainda se querem “feios e a cheirar a cavalo” como se dizia antigamente? Prefiro homens bem cuidados, limpos e educados. Já pensou emigrar? Sim, na altura em que estava desempregada. Coloquei a mim própria um limite de tempo para arranjar emprego e se nada aparecesse emigrava. Tive a sorte de ter arranjado trabalho e a hipótese de emigrar é agora, praticamente nula. Já alguma vez se sentiu enganada nos negócios? Que me recorde, não. O que acha das redes sociais?Tenho página no facebook e sou sincera, quando a criei acho que já toda a gente tinha. As minhas amigas mais próximas diziam que eu estava desactualizada. Reconheço que ter presença nas redes sociais é vital para estarmos a par do que se passa na sociedade e é importante tanto a nível pessoal como profissional. O futuro passa por ali.Já pensou nas compras de Natal?Não, apesar de gostar de comprar com antecedência. Acho que ainda não sinto o espírito natalício. De que objecto nunca se separa? Nunca me separo das chaves do escritório. São vitais para o meu dia-a-dia. Se me esqueço delas volto atrás.Costuma dar esmolas ou prefere dar outro tipo de ajuda? Não costumo dar esmolas e não é por ser egoísta ou por não querer ajudar. Muitas vezes as pessoas que estão a pedir estão bem melhor que nós. Já tive experiências dessas vividas e presenciadas. Pessoas a dar esmolas e depois o falso “mendigo” ir a uma casa-de-banho mudar de roupa e a entrar num bom carro. Prefiro ajudar quem está mais próximo de mim e precise.Se um desconhecido lhe oferecesse dinheiro, como reagiria?Não sei qual a minha reacção mas conhecendo-me como me conheço, de certeza que iria desconfiar muito e que não iria aceitar. Hoje ninguém dá nada a ninguém.Preocupa-se com a sua imagem? Preocupo-me com a minha imagem mas não sigo muito as modas. Estar confortável e bem chega-me. Mas gosto de ver e de estar actualizada.A sociedade é muito exigente com a beleza da mulher? Sim, bastante exigente. A dita moda quer-nos fazer ver pessoas perfeitas onde a perfeição não existe. Há mulheres que consomem toda a sua energia para agradar aos outros e não a elas mesmas.O que faria se lhe saísse um jackpot no euromilhões?Acho que iria enlouquecer (risos).Viajava pelo mundo, dava dinheiro aos meus familiares e amigos e dava trabalho a muitos construtores. (risos)O que acha do problema dos refugiados?É demasiado duro ver crianças a morrer e um país que continua sem fazer nada. Mas há muitos interesses em jogo.

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