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Alterem as leis fundamentalistas dos parques infantis para as crianças brincarem

Edição de 27.04.2016 | O Mirante dos Leitores

Há uma série de parques infantis encerrados em Tomar, cidade onde moro, mas também sei que há muitos outros fechados em várias terras. Penso que tudo começou com os habituais radicalismos. Antigamente havia parques infantis e as condições nem sempre eram as melhores. Para resolver o assunto começaram a impor, através de leis muito exigentes, parques macios e fofos onde as crianças não esfolassem os joelhos nem fizessem nódoas negras. O que conseguiram foi criar a indústria dos equipamentos certificados para parques infantis que deu muito jeito a certos industriais. Nem sequer o pavimento pode ser em terra batida como se ao longo das nossas vidas sempre caminhássemos em cima de placas de material sintético. Agora, com a falta de dinheiro, os parques fofinhos, lisinhos e super-protectores para crianças tornaram-se um pesadelos para as câmaras municipais por causa dos custos com a sua manutenção. Pela minha parte e como pai de duas crianças de 7 e 5 anos, acho que deviam alterar as leis para permitir a existência de parques infantis com segurança mas sem fundamentalismos. Ficávamos todos a ganhar.
Joaquim Moreira M. Rendeiro

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