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Oposição preocupada com preparação do centenário das aparições em Fátima

Câmara de Ourém aprovou orçamento de 39,1 milhões para 2017 mais 6,2 milhões que o ano passado

Edição de 09.11.2016 | Política

A oposição na Câmara de Ourém está preocupada com a “ausência” e “alheamento” da maioria socialista, que gere o município, no que toca às comemorações do centenário das Aparições em Fátima no próximo ano. Os eleitos da Coligação Ourém Sempre (PSD/CDS) acusa a maioria, liderada por Paulo Fonseca, de ser “pouco ambiciosa” com o Orçamento e Grandes Opções do Plano (GOP) para 2017, onde destaca a “ausência de ideias estruturantes de apoio efectivo ao tecido empresarial local”.
Outra das críticas ao Orçamento e GOP para 2017 é o aumento previsto de 5,87 por cento de despesas com a rubrica “Despesas com o Pessoal”, o que corresponde a 417.550 euros. “Entendemos que em ano eleitoral deveria existir contenção nesta área de forma a não condicionar um futuro executivo”, sublinham.
A Câmara de Ourém aprovou, por maioria, o orçamento para 2017 no valor de 39,1 milhões de euros, mais 6,2 milhões de euros do que o de 2016. Em nota de imprensa, a câmara refere que o Orçamento e as GOP para o quadriénio 2017/20 foram aprovados por maioria, com a abstenção da Coligação Ourém Sempre.
Citado no comunicado, o presidente da Câmara de Ourém salientou a “profunda recuperação financeira” da autarquia, facto que “permite, hoje, empreender novas dinâmicas”. “O orçamento é reforçado em 6,2 milhões de euros, devido a vários factores de que sobressaem as candidaturas já em curso no Portugal 2020”, explicou Paulo Fonseca acrescentando que as intervenções na rede viária e o apoio às juntas de freguesia, aos clubes e associações vão continuar, “sobressaindo a garantia de uma comemoração de elevada dignidade do Centenário das Aparições, bem como a estratégia de interacção com a associação empresarial do concelho”.
A Câmara de Ourém aprovou também a redução da taxa geral de derrama (para empresas com um volume de negócios superior a 150 mil euros) de 1,35% para 1,20%. Esta proposta foi aprovada por unanimidade e as empresas com um volume de negócios inferior a 150 mil euros continuam isentas de pagar derrama.

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