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Cidadãos de Azambuja alertam para insegurança da Estrada Nacional 3

Petição pede conjunto de obras que permitam reduzir a sinistralidade daquela via. Em 15 anos há registo de 457 acidentes de que resultaram 30 mortos.

Edição de 30.11.2016 | Sociedade

Foi lançado esta semana por um grupo de cidadãos da Azambuja um movimento - “Plataforma EN3” - que pretende alertar para os riscos da elevada sinistralidade do troço da Estrada Nacional 3 que passa naquele concelho. André Salema, presidente do bombeiros voluntários da Azambuja, Joaquim Ramos, antigo presidente da câmara e Inês Louro, presidente da Junta de Freguesia da Azambuja, são alguns dos nomes que encabeçam o movimento, que entretanto lançou na Internet uma petição reclamando por mais obras naquela via.
À data de fecho desta edição já tinham sido recolhidas mais de 300 assinaturas. O documento lamenta que “há anos” a administração central tenha assumido o compromisso de intervir naquela via mas que, até hoje, nada tenha acontecido. “Ao longo deste troço de estrada [entre o entroncamento da A1 no Carregado até Azambuja] instalou-se uma das maiores plataformas logísticas na área do abastecimento e tornou-se numa das estradas de maior movimento e sinistralidade do país. É tempo de agir e evitar que mais vidas sejam ceifadas”, refere o documento.
A petição quer forçar a administração central a realizar obras que melhorem a segurança daquela via, como a colocação de separadores centrais, melhoria do pavimento e alargamento de faixas de rodagem. Entre 2000 e 2015 verificaram-se naquele troço e só na área do concelho de Azambuja 457 acidentes de onde resultaram 30 mortos, 67 feridos graves e 533 feridos ligeiros. O último acidente mortal naquela via aconteceu no dia 8 Novembro, vitimando uma jovem de Alcoentre e ferindo outras três pessoas.

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