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Câmara de Tomar não aceitou anúncio em jazigo

Apesar da lei permitir a publicidade, a autarquia justificou o pedido à proprietária com “questões de sensibilidade”.

Edição de 05.01.2017 | Sociedade

A Câmara de Tomar não viu com bons olhos uma placa publicitária a anunciar a venda de um jazigo no cemitério velho da cidade e solicitou a sua remoção. O caso passou-se há três semanas e o painel esteve colocado no jazigo apenas cerca de 14 horas.
O regulamento do cemitério não impede a venda nem a publicidade de jazigos propriedade de famílias. No entanto, segundo Bruno Graça, vereador da gestão cemiterial da Câmara de Tomar, a autarquia “falou com a proprietária” que concordou em retirar do jazigo o anúncio da imobiliária Remax. O vereador justificou o pedido com “questões de sensibilidade”.
Ao que apurou O MIRANTE o jazigo, propriedade da família de António Silva Grilo encontra-se vazio, tendo as ossadas sido trasladadas para outra propriedade familiar. A actual proprietária, uma senhora idosa que vive em Lisboa, contactou a Remax para vendê-lo, explica Mónica Alves, da agência de Benfica, a O MIRANTE. O jazigo custa 10 mil euros e a agente imobiliária confirmou que ainda se encontra à venda.

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