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Foi a três médicos para obter atestado desportivo e saiu de mãos a abanar

Edição de 12.01.2017 | O MIRANTE dos Leitores

Este artigo sobre o piloto de motocrosse de Almeirim, João Duarte de 14 anos está bem fundamentado mas quanto a mim falta-me apenas saber se o médico que acabou por lhe passar o atestado a troco de 10 euros já conhecia e tinha consultado o atleta e se se socorreu dos exames que o mesmo fez por indicação da médica do centro de saúde que primeiro o atendeu, exames esses que, presumo, tenham sido comparticipados ou totalmente pagos pelo Serviço Nacional de Saúde?
Um médico que vai atestar que um jovem está apto para praticar uma modalidade desportiva tem que estar seguro do que está a atestar. Fazê-lo só por simpatia ou para desenrascar é mau para o atleta e é mau para o médico que será responsabilizado no caso de o mesmo ter qualquer problema que ele desconhecia. Na minha opinião os atletas deviam pura e simplesmente assinar um documento a declarar por sua honra que têm condições físicas para praticar a modalidade e a assumir a responsabilidade por qualquer problema que possa surgir, ficando ao seu único e exclusivo critério consultarem médicos ou não. Era tudo muito mais fácil e cada um assumia a responsabilidade poor si próprio em vez de a estar a transferir para terceiros sem lhes darem tempo de verificar se eles têm ou não condições para praticar.
Jorge Têmpera

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