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Enoturismo na região vai ganhar corpo até ao final de 2018

Enoturismo na região vai ganhar corpo até ao final de 2018

Projecto visa melhor qualidade dos serviços ligados ao turismo do vinho

Edição de 19.01.2017 | Economia

Até Dezembro de 2018 a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, juntamente com as Comissões Vitivinícolas Regionais (CVR) do Tejo e do Alentejo e a Associação de Produtores de Vinhos da Costa Alentejana (APVCA)), vão trabalhar em conjunto no turismo do vinho.
O Projecto de Organização, Estruturação e Promoção Empresarial do Enoturismo do Alentejo e Ribatejo vai integrar diversos agentes de forma a garantir uma oferta mais homogénea e de qualidade no território dos 11 municípios da Lezíria ribatejana e no Alentejo. Vai ser feito um levantamento técnico da oferta das unidades de enoturismo, actividades existentes e serviços associados e vão ser criados conceitos de serviços e produtos com base em boas práticas feitas noutras regiões.
O resultado vai contemplar o desenvolvimento de acções promocionais através da criação de um manual/guia do enoturismo com a oferta do território, a produção de filmes para divulgação no mercado externo e nas redes sociais, manuais técnicos para um melhor atendimento e a criação de sinalética digital e inovadora com financiamento pelo Turismo de Portugal.
O grupo de trabalho constituído pela Entidade de Turismo, as duas CVR e a APVCA vai avançar com os processos de concurso de bancos de imagens para o território da Lezíria, com fotografias, vídeos e todo o material promocional para estruturar o produto turístico do enoturismo e em Fevereiro vão começar a certificação dos restaurantes na região com reuniões em todos os concelhos - um dos elementos essenciais para o desenvolvimento do enoturismo.
O alojamento, a par da gastronomia, é parte importante deste projecto. O presidente da Entidade Regional de Turismo enumerou dois exemplos que “vão dar volta à região dentro de poucos anos”: o hotel vinícola da empresa Casa de 1927 em Vila Chã de Ourique, concelho do Cartaxo, e as Casas do Sal em Rio Maior que vão juntar à volta das salinas várias unidades de turismo rural.
Ceia da Silva fala num “projecto decisivo” que vai exigir um grande esforço numa área “que tem um potencial fantástico”. “Se há um recurso que nos últimos anos tem sido valorizado pelos turistas internacionais é o vinho. Há dados que dizem que mais de 70% dos turistas indicam o vinho e a gastronomia como uma das referências de Portugal”, sublinha.
Na reunião de trabalho que aconteceu no dia 12 de Janeiro no Museu Rural e do Vinho do Cartaxo estiveram ainda presentes o presidente do município do Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro, também presidente da AMPV - Associação de Municípios Portugueses do Vinho, e os presidentes da CVR Tejo e Alentejo, Luís de Castro e Francisco Mateus, respectivamente.
Na plateia, entre alguns agentes ligados ao enoturismo, esteve o presidente da Câmara de Alpiarça, Mário Pereira, e o vice-presidente da Câmara de Rio Maior, Carlos Frazão Correia, que debateram os trabalhos a ser realizados nos próximos dois anos.

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