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Materclorofila promete destacar-se na nova revolução do tomate de indústria

Materclorofila promete destacar-se na nova revolução do tomate de indústria

Viveiro de Almeirim com resposta adequada aos novos plantadores automáticos

Edição de 19.01.2017 | Economia

Como sector de alto valor acrescentado o tomate de indústria é fértil em inovações e avanços tecnológicos constantes, no entanto, ao caminhar para o final da década, podemos afirmar que estamos perante uma revolução tecnológica que se afigura como um novo salto para o sector.
Depois de no início dos anos 90 termos assistido a uma primeira revolução tecnológica com o surgimento das plantas de raiz protegida, a que se seguiu a mecanização da plantação, terminando com o aparecimento das primeiras regas gota-a-gota, estamos agora diante daquilo que podemos afirmar ser uma nova revolução tecnológica nesta indústria.
Na verdade trata-se da introdução de novos plantadores automáticos que oferecem a plantação com um número muito mais reduzido de mão de obra. Esta redução de mão de obra, permite não só grandes poupanças para o agricultor como um substancial aumento de velocidade de plantação.
É neste cenário que a Materclorofila promete destacar-se como uma das chaves para o salto tecnológico. Situada nos arredores de Almeirim, junto à E.M. 1390, a caminho de Fazendas de Almeirim, a Materclorofila tem no tomate de indústria o seu core business. Tendo iniciado actividade em 2013 vem-se estabelecendo como um viveiro sólido tanto na planta de tomate como nas hortícolas para hidroponia e plantas ornamentais, áreas de negócio em que a Materclorofila tem vindo a crescer.
Como nos conta Francisco Palha, o responsável pela empresa, “Depois duma fase inicial em que, como em todas as empresas, tivemos algumas “dores de crescimento”, tomámos algumas opções que tornaram a Materclorofila numa empresa sólida. A principal de todas essas decisões, que contribuiu de forma determinante para a diminuição de sazonalidade e aumento de produção no segundo semestre do ano, foi o incremento da produção de plantas ornamentais e, mais recentemente, a produção de plantas de hortícolas para hidroponía, negócio em que deposito cada vez maiores esperanças, pelo facto de acreditar estarmos um passo à frente da concorrência e, por isso, começamos a ser o viveiro de referência de um número cada vez maior de agricultores deste sector”.
Sobre esta nova fase no tomate de indústria, Francisco Palha afirma que “este é sem dúvida nenhuma um momento chave no nosso sector. As empresas que forem capazes de responder ao desafio de acompanhar este salto tecnológico vão sobreviver, as outras serão ultrapassadas”. E quanto à capacidade de resposta da Materclorofila, o engenheiro de 58 anos não tem dúvidas “Orgulho-me de toda a vida ter olhado para o futuro e sempre ter tentado estar na frente das técnicas de produção. Neste momento tenho a certeza absoluta que a Materclorifila é um dos viveiros que está mais capacitado para dar a resposta que os agricultores necessitam. Seja para os plantadores Ferrari, seja para os Plant Tape, estamos completamente prontos para o que aí vem. É como carregar num botão. É um desafio e nós gostamos que nos desafiem!” conclui.

Materclorofila promete destacar-se na nova revolução do tomate de indústria

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