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Nuno Sabino Pereira Botequim

Nuno Sabino Pereira Botequim

Responsável técnico da Tepsol Lda., Santarém

Edição de 26.01.2017 | Agora Falo Eu

Qual é a pior coisa que lhe podem fazer?
A pior coisa que me podem fazer é mentirem-me ou serem falsos comigo. Isso tira-me do sério.
Costuma comprar jornais?
Não sou grande comprador de jornais. Por norma só leio um jornal desportivo e um regional que é O MIRANTE.
A que petisco não resiste?
Moelas. Confesso que sou louco por elas (risos).
O que não comia nem que lhe pagassem?
Alguns dos alimentos que são usados na gastronomia chinesa!
Qual é o seu maior defeito?
Quem me conhece diz que sou um pouco teimoso.
É daquelas pessoas que gosta de estacionar o automóvel à porta de todos os locais onde vai?
Se houver condições para isso é assim que faço. Tenho os dias muito ocupados e tento perder o menor tempo possível quando tenho que ir a algum lado. Nas férias, como tenho tempo, é diferente e não tenho problemas em estacionar longe.
Acredita nos políticos?
Neste momento uma grande parte da nossa elite política não tem credibilidade. Quando os políticos começarem a ser responsabilizados, como acontece com os empresários, passa a ser diferente. Defendo que os que façam negócios ruinosos para o país sejam punidos. Se isso não acontecer, o futuro dos nossos filhos e netos continuará condicionado.
Quantas facturas já pediu para o concurso promovido pelo Governo? Concorda que se peçam facturas?
Normalmente peço factura. Não pelo sorteio mas por uma questão de justiça e para lutar contra o mercado paralelo. Se todos pagarmos os nossos impostos será muito mais justo.
Costuma dar dinheiro a mendigos?
Sim, costumo. Por vezes, por detrás da pessoa que está a pedir existe um longa história e todo o ser humano merece uma refeição e um pouco de dignidade.
O que pensa da nossa justiça?
A nossa Justiça funciona muito mal e é lenta. O nosso quadro penal não está ajustado à realidade e à violência actual. É necessário e urgente efectuar esse ajuste. O encerramento de alguns tribunais ainda agravou mais a situação.
Vale a pena ir votar?
Claro que vale a pena. É uma das alturas em que podemos levantar a voz enquanto povo, mas infelizmente a abstenção tem sido muito elevada em Portugal. A maioria fala muito em mudança mas quando realmente podem influenciar essa mudança opta por ficar em casa.
Costuma gastar dinheiro com o futebol? Vai ao estádio ver jogos?
Vou pelo menos uma ou duas vezes por ano ao Estádio da Luz para ver o Glorioso mas também sofro bastante pelo Benfica a ver os jogos na televisão.
Tem muitos amigos no Facebook?
Tenho e normalmente uso o Facebook para comunicar com amigos e familiares que estão fora do país. Também o uso a nível profissional, para contactos e promoção.
Usa agenda para planear o seu dia-a-dia?
Sim, uso agenda. Os meus dias são todos planeados hora por hora. Não posso falhar os compromissos que assumo com clientes e fornecedores.
Qual é o seu truque para manter a calma perante um imprevisto?
Respirar fundo várias vezes e pensar bem antes de agir.
Tem algum animal doméstico?
Tenho uma gata que a minha filha baptizou com o nome de Kika. Acabou por se tornar uma grande companhia.
Gosta de celebrar os seus aniversários? Qual foi a melhor prenda que recebeu?
Quando faço anos gosto de juntar a família e os amigos. Uma boa prenda que recebi foi uma festa surpresa que a minha mulher e os meus amigos me organizaram. Adorei!
Costuma perder muitos guarda-chuvas?
Não os perco porque é muito raro usá-los.
No Natal o que não pode faltar na sua mesa?
O peru assado no forno a lenha, confeccionado pela minha mãe.
O que faz falta em Santarém?
Uma zona industrial com mais indústria e com mais postos de trabalho.
O Mundo vai ter que falar mandarim ou os chineses é que vão passar a falar inglês?
Penso que vão ter que ser eles a falar inglês.
Alguma vez deu sangue?
Sou dador de sangue e costumo efectuar as minhas dádivas no Grupo de Amigos do Casal do Paul, grupo esse que foi fundado por um amigo e colega de trabalho. O Instituto Português do Sangue quer fundir esse tipo de grupos de dadores para irmos efectuar a dádiva onde eles querem, quando querem e depois acabam por vender algo que nós doamos. Como dador de sangue sinto-me um pouco triste.

Nuno Sabino Pereira Botequim

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