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Faltam auxiliares no Agrupamento do Forte da Casa

Edição de 26.01.2017 | Sociedade

Vários encarregados de educação e autarcas locais estão apreensivos quanto à falta de assistentes operacionais no Agrupamento de Escolas do Forte da Casa, concelho de Vila Franca de Xira, e exigem do Ministério da Educação uma intervenção rápida que solucione o problema.
Está já a circular um abaixo-assinado para enviar ao ministério. A responsabilidade da colocação dos assistentes neste estabelecimento de ensino, garante o presidente da câmara, é do ministério e já foram feitos contactos para apurar o que se está a passar. Alguns pais queixam-se que há “apenas um auxiliar por cada 100 alunos” em algumas das escolas do agrupamento e que algumas áreas, como pavilhões e outras salas didácticas, se encontram fechadas por não haver auxiliares suficientes.
Contactado por O MIRANTE o director do Agrupamento de Escolas, José Alberto da Silva, garante que “não é verdade” que haja um auxiliar por cada 100 alunos e garante que já por diversas vezes alertou as entidades competentes para o problema que existe. Diz que tem também mantido contacto com a associação de pais para dar conta dos problemas. Actualmente existem 54 assistentes operacionais distribuídos pelas diferentes escolas do agrupamento, sendo que duas funcionárias têm atestados intermitentes e outros sete auxiliares estão de baixa actualmente.
Essa situação tem obrigado ao encerramento de algumas áreas das escolas e o director informa que actualmente está fechado um pavilhão na escola secundária e outro na escola básica dos segundos e terceiros ciclos (EB2/3), dois blocos (C e G) de 15 salas de aula, uma biblioteca da EB2/3 e ainda um bar. O responsável reafirma total empenho na defesa dos interesses dos alunos.
Na última reunião pública de câmara o assunto foi também levantado por Rui Rei, da Coligação Novo Rumo, que criticou a actuação do director do agrupamento e o facto de não ter sido permitida a visita do autarca às instalações. O director desmente a acusação e garante que na data agendada para a visita a coordenadora da Escola Romeu Gil “teve necessidade urgente de se ausentar por motivo de doença grave de um familiar, pelo que foi solicitado à coligação um novo agendamento da visita, aguardando-se resposta dos vereadores”, explica.
O presidente do município, Alberto Mesquita (PS), explicou na reunião do executivo que a câmara não tem competência na gestão do pessoal das escolas e reconheceu o esforço e empenho dos directores das escolas para, apesar das dificuldades, manterem os estabelecimentos de ensino a funcionar.

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