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23/04/2017
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CONTRATO. Ricardo Gonçalves e o empreiteiro durante a assinatura do auto de consignação
Obras nas encostas de Santarém podem finalmente começar
Auto de consignação foi assinado no dia 23 de Março. A empreitada vai começar pela encosta de Santa Margarida, visando a reabertura da EN 114 nessa zona.
Edição de 29.03.2017 | Sociedade

Já foi cumprido o último passo burocrático antes do arranque das obras da primeira fase do Plano geral de estabilização das encostas de Santarém. O auto de consignação foi assinado no dia 23 de Março, pelo presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, e pelo dono da empresa Ancorpor - Geotecnia e Fundações, Lda., José Carlos Gonçalves, a quem foi adjudicada a empreitada. Os trabalhos arrancaram esta semana com a montagem do estaleiro. A empreitada está orçamentada em cerca de 5 milhões de euros, sendo financiada pela União Europeia em 85%. Município e Infraestruturas de Portugal dividem o valor remanescente.
A intervenção vai começar pela encosta de Santa Margarida, onde um deslizamento de terras ocorrido em Agosto de 2014 obrigou ao corte, que se mantém, de um troço da Estrada Nacional 114 que liga a cidade à ponte D. Luís e que é um dos principais acessos à cidade. O prazo de execução da empreitada, que começou já a contar, é de 27 meses.
Na breve sessão realizada no salão nobre dos paços do concelho, onde esteve o vice-presidente da empresa pública Infraestruturas de Portugal, José Serrano Gordo, o presidente da Câmara de Santarém realçou a importância do momento e o facto de a empreitada ser morosa e estender-se por mais de dois anos.
Ricardo Gonçalves sublinhou ainda a necessidade de se começar desde já a procurar fontes de financiamento para intervir noutras encostas, apelando a que o Governo se envolva nessa causa. Há 16 encostas identificadas a necessitar de intervenção, sendo que quatro delas são consideradas prioritárias pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) - Santa Margarida e Ribeira de Santarém, as duas contempladas nesta primeira fase; Quebradas, que já conta com financiamento; e Bairro Falcão, para a qual ainda não há dinheiro assegurado.

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