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Alberto Mesquita quer voltar a ser presidente e critica a falta de visão política dos seus opositores

Alberto Mesquita quer voltar a ser presidente e critica a falta de visão política dos seus opositores

Actual presidente da autarquia é recandidato nas próximas eleições autárquicas e quer afirmar ainda mais o concelho como um dos mais modernos e bem geridos concelhos do país. Mesquita criticou a visão política dos seus opositores dizendo que Vila Franca de Xira era um concelho de oportunidades perdidas.

Edição de 26.04.2017 | Política

O PS apresentou os seus candidatos às próximas eleições autárquicas em Vila Franca de Xira num espaço junto ao Tejo, em Alhandra, que Maria da Luz Rosinha elogiou e considerou um dos que tem a assinatura do PS. A mandatária concelhia, que já foi presidente da autarquia e agora é deputada e coordenadora nacional autárquica do PS, elogiou o trabalho dos autarcas socialistas de Vila Franca de Xira dizendo que estiveram sempre na frente nas parcerias com o Governo: “Agora com as novas responsabilidades que se anunciam queremos manter essa liderança”, afirmou.
Fernando Paulo Ferreira, presidente da concelhia, actual vice-presidente da câmara, vai ser o cabeça-de-lista à assembleia municipal. Na sua intervenção manifestou a ambição de conquistar todas as freguesias do concelho. Questionado sobre a mudança de rumo na vida política justificou com questões de carácter pessoal e aposta numa vida profissional que não é compatível com cargos políticos ao nível do que se desempenhava.
Alberto Mesquita apresentou uma longa lista de razões para voltar a apresentar-se como candidato à presidência da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. E não se limitou a elaborar a fazer promessas e a enumerar planos de acção. As suas primeiras palavras foram de combate político contra a oposição. Mesquita diz que se recandidata por dever cívico mas também para dar continuidade a uma estratégia política para Vila Franca de Xira em que sempre acreditou.
Diz ainda que nunca se conformou “com a imagem de um concelho periférico e suburbano, com um território desqualificado em que as vastas e inúmeras potencialidades não fossem devidamente aproveitadas e incrementadas; não era possível viver num concelho de oportunidades perdidas, que não aproveitava a possibilidade de recorrer aos fundos europeus comunitários por puro preconceito ideológico e por falta de visão política ou por dificuldade gestionária”, acusou.
Um dos grandes objectivos de um novo mandato será a “consolidação e alargamento do trabalho efectuado no espaço público do concelho. Quero continuar a participar na construção de um concelho de referência na Área Metropolitana de Lisboa, um concelho cujo processo de modernização não pode parar”, disse. A requalificação do parque escolar municipal, a continuidade do caminho ribeirinho, a requalificação da Vala do Carregado, uma nova ligação urbana estruturada entre VFX e Alhandra, as homenagens aos escritores Alves Redol e Soeiro Pereira Gomes, as novas apostas no turismo, no urbanismo são entre muitas outras questões levantadas por Alberto Mesquita que a mais de seis meses das eleições parece apostado em comunicar com todos os eleitores o vasto programa de acção que demonstrou ter para o seu concelho.
Ainda segundo o autarca o PS tem o dever de lutar pela continuidade na liderança dos destinos políticos de Vila Franca de Xira já que foi graças ao trabalho dos autarcas socialistas que o concelho se tornou um exemplo em termos de gestão financeira e de investimento no espaço público.
“Queremos um concelho que continue a manter níveis de excelência em termos de solidez e de eficiência financeira que continue a aplicar a mais baixa taxa de IMI”, referiu, entre muitos outros exemplos em que procurou explicar as razões da sua recandidatura e dos objectivos da sua política para o concelho.
Nas freguesias recandidatam-se Jorge Ribeiro, à presidência da União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa; Afonso Costa à União de Freguesias de Alverca e Sobralinho; e Anabela Moreira Gonçalves à União de Freguesias de Alhandra, S. João dos Montes e Calhandriz. A candidatarem-se pela primeira vez estão Pedro Castelo, pela União de Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras; Ana Catarina Necho, por Vialonga; e João Santos pela freguesia de Vila Franca de Xira.
Educação e cultura foram duas das áreas que os candidatos a líderes das diversas freguesias mais destacaram nos seus discursos de candidatura, juntando-se-lhes o ambiente e o urbanismo. Requalificações na rede de escolas, na rede viária e um maior investimento na área ambiental foram as promessas comuns a todos os candidatos.

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