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Nona edição da FICOR foi das que teve mais afluência

Edição de 07.06.2017 | Economia

A vereadora da Câmara de Coruche, Liliana Pinto (CDS/PSD), aproveitou a última reunião camarária para questionar a pertinência da vila continuar a ter a Feira Internacional da Cortiça (FICOR) todos os anos, já que é sempre “mais do mesmo”, alegando que é “a novidade que traz as pessoas à feira”.
Liliana Pinto apelou ainda para que o município repensasse a forma como a FICOR é feita, “porque os produtores florestais, que têm interesse na área da cortiça, se calhar até foram ao Observatório, mas não passaram no outro pavilhão”. “Parece que há duas feiras distintas”, afirmou.
Na resposta, o presidente do município, Francisco Oliveira (PS), referiu que este ano houve uma novidade que foi o espaço “Wine and Cork” onde, pela primeira vez, estiveram presentes 12 casas agrícolas de todo o país. Afirmou ainda que esta nona edição da FICOR foi das melhores feiras em termos de afluência de público.
Relativamente aos espaços da feira serem em locais distintos, o autarca admitiu que a observação é pertinente, mas não existe na vila nenhum auditório com a mesma dimensão que a do Observatório da Cortiça, na zona industrial da vila, para realizar as conferências da FICOR.

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