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Prisão preventiva para suspeito de violência doméstica

Tribunal de Santarém considera que existia risco de continuação de actividade criminosa face ao ódio demonstrado pelo arguido contra a mulher.

Edição de 07.06.2017 | Sociedade

Um homem arguido num processo de violência doméstica vai aguardar os desenvolvimentos do processo em prisão preventiva, por ordem do juiz de Instrução Criminal do Tribunal de Santarém. A decisão teve em conta as considerações do Ministério Público que entendeu existir o risco de continuação de actividade criminosa, bem como o perigo para a aquisição e veracidade da prova, “face ao ódio demonstrado pelo arguido contra a ainda esposa, já que decorre processo de divórcio”, lê-se na página da Procuradoria da Comarca de Santarém na Internet.
Segundo a mesma fonte, os factos ocorreram, pelo menos, desde Novembro de 2015, e consistiram em graves ameaças por SMS à mulher, inclusive quando esta esteve no Brasil, após a separação. “Depois do regresso a Portugal, a ofendida continuou a receber ameaças de morte, pelo mesmo meio, e que o arguido também propagou através de outras pessoas”, informa a Procuradoria da Comarca de Santarém.
Há cerca de três meses, o arguido conseguiu localizar a vítima em Portugal e desenvolveu várias acções no sentido de a humilhar e ameaçar contra a vida dela e, também, contra a vida do actual companheiro. Ainda segundo a mesma fonte, o arguido chegou mesmo a telefonar para o advogado da ofendida no processo de divórcio, proferindo ameaças contra a mesma.

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