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Câmara do Cartaxo propõe permuta de terrenos ao proprietário do Campo das Pratas

Edição de 28.06.2017 | Desporto

A Câmara do Cartaxo vai fazer uma “derradeira proposta” ao proprietário do terreno do campo de futebol da Quinta das Pratas, no Cartaxo, visando uma possível permuta de terrenos com a autarquia. O objectivo é que o Sport Lisboa e Cartaxo possa voltar a usufruir do espaço de onde foi despejado há um par de anos, na sequência de um litígio envolvendo o município e o dono do terreno. Isso mesmo afirmou o presidente do município do Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro (PS), durante a última reunião de câmara.
“Dado que o historial com o advogado do proprietário do terreno do Campo das Pratas não é um processo simples, é um processo bastante complexo, ainda mantenho alguma expectativa de podermos ter o Campo das Pratas”, disse Pedro Magalhães Ribeiro, acrescentando que o processo negocial continua aberto. “Há três terrenos que a câmara tem disponíveis, e está em marcha um conjunto de diligências, junto do proprietário e do seu representante legal, para ainda tentarmos uma permuta”.
O objectivo é “evitar que todo aquele património que teve muito financiamento público ao longo de muitos anos fique ao abandono e que o clube volte a usufruir dele sem necessidade de remover o campo sintético e edificar novos balneários e condições”, disse o autarca sobre o Campo das Pratas. Caso esta solução não seja viável, a câmara municipal tem “três terrenos que estão à consideração do Sport Lisboa e Cartaxo para poderem instalar um campo”.
Tal como noticiámos na anterior edição, o presidente da comissão administrativa do SL Cartaxo, Paulo Magro, confirmou a O MIRANTE que a direcção do clube está a estudar a hipótese de pedir um empréstimo bancário para conseguir remover o campo sintético do Campo das Pratas para colocação noutro local. Segundo o dirigente, a hipótese mais forte é a de um terreno municipal situado na zona da Quinta da Cabreira.
Pedro Ribeiro já referira anteriormente que a instalação do campo de jogos nesse local depende da capacidade da autarquia em relocalizar o campo de ténis lá existente. “É a opção mais consensual, temos que ver o que o clube pretende fazer agora”, disse o autarca ao restante executivo municipal.
Na última edição noticiámos também que o proprietário do Campo das Pratas estava disponível para autorizar a remoção do relvado sintético pelo clube, desde que o município desistisse do processo de expropriação do terreno. Ao que tudo indica, Manuel Marques quer fazer o negócio definitivo e colocar ponto final num processo que já o levou a receber cerca de 150 mil euros só em indemnizações por ter levado o município a tribunal.

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