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Estrada entre Amiais de Cima e Alcanena afinal ainda não vai ser feita 

Edição de 03.08.2017 | O MIRANTE dos Leitores

Prometer e não cumprir é um clássico da política, em todo o lado. Não é por acaso que, apesar da indignação de alguns políticos, uma grande parte dos cidadãos continua a achar que aqueles que os partidos nos impingem nas listas são todos incompetentes e uma cambada de mentirosos e que os que o não são são coniventes com os que o são.
Os partidos em Portugal são umas agremiações pouco recomendáveis, sustentados pelo dinheiro dos nossos impostos, de onde são enxotados os que tentam pensar pela sua cabeça. Não é só a abstenção que sobe. As listas de militantes também se esvaziam e quando há eleições internas lá andam as carrinhas a arrebanhar pessoal para garantir votos. É como escreveu aqui há tempos um articulista, o chamado “voto de cabresto”, expressão esplêndida para usar no nosso Ribatejo.
Estou convencido que, se nada mudar, o “voto de cabresto”, usado nas eleições dos partidos, vai começar também a ser usado nas eleições autárquicas, nacionais e até europeias. E não será difícil concretizá-lo nem conduzir os eleitores até às mesas de voto. Quem já viu adeptos de clube de futebol em manada a dirigirem-se para os estádios, escoltados por polícias pastores, sabe bem do que estou a falar.
Jorge Coelho Alves

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