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Futebol Clube de Alverca distinguiu sócios com 25 e 50 anos de filiação

Futebol Clube de Alverca distinguiu sócios com 25 e 50 anos de filiação

Cerimónia decorreu no sábado, 2 de Setembro, nas instalações do clube

Edição de 06.09.2017 | Desporto

O Futebol Clube de Alverca (FCA) presenteou no sábado, 2 de Setembro, os sócios que lhe são fiéis há 25 e 50 anos com emblemas de mérito. A cerimónia decorreu na sede do clube, na sala dos sócios, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita, e do vereador António Oliveira, ele próprio entre os sócios dos 25 anos que foram distinguidos. Estiveram ainda presentes o presidente da Junta de Freguesia de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, Afonso Costa, o presidente do FCA, Fernando Orge, e outras personalidades ligadas ao clube.
Além de António Oliveira, que é o sócio n° 473, ainda receberam os emblemas dos 25 anos os sócios José Sousa, Hugo Leite, Hélder Pinto, José Dutra, Diogo Dutra, e Jorge Marçal.
Entre os sócios que receberam os emblemas dos 50 anos estão António Baguinho, n°74, que não esteve presente por se encontrar a viver em Espanha e foi representado pelo filho Sandro Baguinho; Manuel Mendes, Manuel Feijão, António Cunha, António Nunes, Hermenegildo Neves e ainda António Santos.
António Baguinho foi uma das figuras do Futebol Clube de Alverca (FCA), pelo qual foi jogador de futebol 18 anos e treinador durante outros seis. A O MIRANTE, reconhece que o clube tem tido altos e baixos, mas ultimamente tem estado em baixo. “Na minha época foi subindo da 2ª Distrital para a 1ª Divisão Nacional e agora está de volta ao distrital, com poucos sócios e pouca gente a acompanhar”. Considera ainda que a passagem de Luís Filipe Vieira pelo clube “foi uma das melhores coisas que lhe aconteceu” e que foi após a sua saída que a situação começou a piorar.
António Baguinho nasceu em Évora. Jogou no Lusitano de Évora mas trocou o Alentejo pelo Ribatejo quando veio trabalhar para a OGMA nos anos 60. Foi aí que se juntou ao FCA e agora, estando afastado do clube há alguns anos, confessa que aceitaria tornar-se presidente se o convidassem: “Se mais ninguém se mostrar capaz de segurar o clube, eu sou capaz de ir para lá e segurá-lo”.

Centro de estágios vai ser base para o crescimento
Hélder Pinto faz parte do conselho fiscal do Futebol Clube de Alverca, de que é sócio desde os 13 anos. Já lá vão 25 e acredita que a má situação do clube pode ser revertida com a aposta no novo Centro de Estágios. Acompanhou a ascensão do clube até à 1ª Divisão e a sua queda novamente até aos distritais, onde se tem mantido há cerca de uma década.
Na opinião de Hélder, chegou lá por culpa dos dirigentes: “Veio muita gente de fora na altura, que tinha interesses alheios ao clube e depois, com a entrada da SAD, houve muitos interesses que não eram compatíveis com o FCA enquanto clube. Os treinadores e os jogadores não tiveram culpa, continuaram a dar o seu melhor, mas a influência da SAD foi realmente o que desestabilizou”.
Sendo também sócio e adepto do Benfica, concorda que a passagem de Luís Filipe Vieira pelo FCA foi uma das melhores fases do clube e acredita que uma melhor fase virá com o arranque do Centro de Estágios: “Vai ser uma base muito sustentável para o crescimento do Alverca”, diz.

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