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Tratamento de lixos na Chamusca é exemplo para brasileiros

Tratamento de lixos na Chamusca é exemplo para brasileiros

Comitiva visitou instalações no Eco Parque do Relvão

Edição de 21.09.2017 | Economia

Conhecer o que de mais moderno há na Europa através da experiência portuguesa em termos de tratamento de resíduos sólidos, foi o objectivo da visita da comitiva brasileira “Benchmarking Internacional Resíduos Sólidos Portugal”, que esteve de visita às instalações do Centro Integrado de Valorização e Tratamento de Resíduos Hospitalares e Industriais (CIVTRHI), e ao Centro Integrado de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos - CIRVER da Ecodeal, situadas no Eco Parque do Relvão, na manhã de 5 de Setembro.
O director executivo da Lavoro Consulting, Walter Plácido, explica a O MIRANTE que esta já é a quarta vez que visita Portugal. “O nosso objectivo é promover o networking entre os portugueses e os brasileiros. Mostrar aos brasileiros o que há de melhor em termos de tratamento de resíduos urbanos, industriais e reciclagem. Conhecer a evolução de Portugal em termos de planeamento e regulação e, muito importante, conhecer os modelos de gestão, negócio e tarifário”, disse.
A ideia é fazer com que o Brasil ganhe uma massa crítica de especialistas no sector, seja público ou privado, para que aquele país possa dar o salto de qualidade e para conseguir mais rapidamente cumprir as metas de gestão e valorização de resíduos da forma mais sustentável.
Quem esteve em Portugal também foi o gerente de resíduos sólidos da Companhia de Saneamento do Estado do Paraná, Charles Carneiro. O Estado do Paraná tem o tamanho de Portugal e conta com 14 milhões de habitantes.
Charles Carneiro, que também é professor de mestrado no Instituto Superior de Economia e Administração da Fundação Getúlio Vargas, referiu que a visita foi “muito proveitosa porque tivemos a oportunidade de conhecer novas tecnologias, trocar experiências, pedir informações e podemos até vir a replicar estas tecnologias”. Nas palavras do professor, o Brasil não está assim assim tão atrasado em relação à Europa e já conhece algumas “tecnologias similares”, mas a maior dificuldade é viabilizar modelos de negócio, consórcios e arranjar parceiros para que seconsiga implementar algumas destas medidas no Brasil.

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