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Atendimento “robótico” que alastra como uma praga já devia ser gratuito

Edição de 04.10.2017 | O MIRANTE dos Leitores

O novo tipo de atendimento que eu designo habitualmente como “robótico” e que é feito, ou por máquinas que disparam gravações de acordo com a tecla do telefone que premimos ou por funcionários de uma empresa que presta serviço àquela que queremos contactar, é injusto para o consumidor.
Por vezes, a meio de tanta indicação para premir a tecla xis ou ypsilon com uma multiplicidade de opções a serem apresentadas, as pessoas perdem-se e têm que voltar a ligar. Outras vezes, quando atende alguém, trata-se de uma pessoa que até pode ser culta, inteligente, bem informada e com capacidade para resolver o assunto que apresentamos mas que não o pode fazer porque não está autorizada a ir além do guião que lhe é imposto.
Para além de nos fazer perder imenso tempo, este serviço de atendimento é uma forma de nos fazer gastar dinheiro. Os números não são os vulgares números de telefone, daqueles que nós próprios temos mas sim números que implicam pagamento mesmo quando temos o telefone fixo ou o telemóvel incluídos num pacote de serviço da nossa operadora de comunicações e com chamadas gratuitas, digamos assim.
Este sistema apenas livra as empresas de terem que ouvir as reclamações dos seus clientes e beneficia quem recebe o dinheiro das chamadas. Não posso concordar com isto.
João Sintra Mendes

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