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Na extinção dos dinossauros deve ser incluído o “sáurio” Rodrigues de Torres Novas

Edição de 11.10.2017 | O MIRANTE dos Leitores

Ana Cristina Ribeiro, que foi presidente da câmara em Salvaterra de Magos pela CDU e depois pelo Bloco de Esquerda, voltou lá do jurássico pela mão deste último partido que se diz muito moderno e fracturante, para sofrer uma fractura no ego e perder as eleições que a chefe de equipa, Catarina Martins, augurava que ela iria ganhar.
No Entroncamento, Jaime Ramos pensou que depois de quatro anos escondido na presidência dourada do Museu Nacional Ferroviário, durante os quais não disse ai nem ui sobre a gestão da maioria PS e do que não foi feito pelo presidente Jorge Faria, que lhe sucedeu, levou a tareia eleitoral que merecia, não tendo ido além do que o PSD sempre foi naquele concelho: um partido minoritário com dois vereadores.
Rui Barreiro foi tão mau presidente de Câmara de Santarém no início do século que perdeu as eleições para a sua reeleição, coisa que acontece muito raramente. Mesmo assim impôs-se agora como candidato, conseguindo um feito ainda mais extraordinário. Perdeu contra um presidente recandidato, Ricardo Gonçalves, do PSD, numas eleições em que aquele partido foi um dos grandes derrotados da noite. Foi um dinossauro extinto e muito bem extinto pelos eleitores daquele concelho.
Na Golegã o dinossauro Veiga Maltez ganhou a câmara concorrendo pelo PS e só porque concorreu pelo PS e não como independente mas com a vantagem de nos últimos quatro anos nunca se ter escondido nem desligado da vida política nem da população do seu concelho, quer como cidadão, quer como presidente da assembleia municipal.
Falta falar de um velho “sáurio” chamado António Rodrigues (PS) que teve a desfaçatez de atacar meses a fio o actual presidente da câmara, Pedro Ferreira (agora reeleito com uma grande maioria absoluta), um homem que ao longo de vinte anos, mesmo não concordando em muitas coisas com o que Rodrigues fazia, lhe foi sempre leal e solidário.
A atitude deste velho “sáurio” foi lamentável e condenável. Tentou ser o escolhido para candidato do PS. Derrotado nessa pretensão, começou a ameaçar de forma insidiosa que iria concorrer como independente. Não tendo qualquer apoio para concretizar essa pretensão egoísta, atacou publicamente quem lhe foi leal tantos anos com argumentos falsos e caluniosos a poucas semanas das eleições, com a intenção de causar dano.
Falhou redondamente e deitou ao lixo o que fez de bom durante os anos que foi presidente da Câmara de Torres Novas. A ameaça de voltar um dia já soava a ridícula. Agora pode dizer-se que se suicidou politicamente, ainda antes de lhe cair o meteoro dos resultados eleitorais em cima da cabeça.
Rui Ricardo

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