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Candidatos do PSD de Abrantes que andaram à briga já fizeram as pazes

Candidatos do PSD de Abrantes que andaram à briga já fizeram as pazes

João Fernandes, que partiu um braço, e António Castelbranco, que levou um murro no nariz, vão retirar queixas-crime.

Edição de 11.10.2017 | Sociedade

A briga entre os dois candidatos do PSD em Abrantes já está sanada, segundo garante João Salvador Fernandes, que concorreu à assembleia municipal e ficou com um braço partido no confronto físico, ocorrido na tarde do dia seguinte às eleições, 2 de Outubro. Fernandes sublinha também que já acordou com António Castelbranco - que foi anunciado como candidato à câmara e desistiu a dois meses das eleições - retirarem as queixas-crime por agressões que cada um apresentou nas autoridades após a altercação.
João Fernandes, advogado de profissão, refere que entretanto falou “cordialmente” com o arquitecto António Castelbranco. “Sanámos as nossas divergências”, garante, acrescentando que as queixas ainda não foram retiradas porque o arquitecto “está ausente do país”. Os dois desentenderam-se por causa de mensagens telefónicas trocadas na madrugada do dia 2, após serem conhecidos os resultados eleitorais, por volta das três da manhã. Os dois redimiram argumentos relativos às responsabilidades pelo resultado das eleições, em que o PSD, apesar de conseguir manter um lugar de vereador na oposição, baixou a votação de 18,61% (3.389 votos) para 15,05% (2.692 votos).
O candidato à assembleia municipal reconhece que nas mensagens houve uma “troca de algumas palavras mais ríspidas”. A altercação ocorreu na tarde de segunda-feira, 2 de Outubro, por volta das 17h30, junto ao edifício Carneiro, onde primeiro existiu uma discussão exaltada e depois um confronto físico. João Fernandes refere que “em nenhum dos três momentos, troca de mensagens, discussão e confronto físico”, iniciou “qualquer contacto, reagindo sempre às interpelações e em auto-protecção por temer pela sua integridade física”.
João Fernandes admite que respondeu à letra nas mensagens e que desferiu um murro no colega de partido para se defender. Acrescenta que partiu o cotovelo do braço esquerdo quando os dois caíram ao chão no confronto físico. Fernandes vai ter de ser operado ao cotovelo, o que estava previsto acontecer esta semana. Contactado por O MIRANTE, António Castelbranco também confirmou “a altercação” mas afirmou que foi “a força da gravidade que fez cair o candidato à assembleia no passeio e que o fez partir o braço” e não quis tecer mais comentários.
O arquitecto António Castelbranco é natural de Paris (França), tem 53 anos e é professor na Faculdade de Arquitectura de Lisboa. João Fernandes é natural de Alferrarede, Abrantes, tem escritório de advocacia em Lisboa e é cronista de temas da actualidade e de cinema.

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