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Festival Nacional de Gastronomia conjuga tradição e modernidade
ESTATUTO. Festival já vai na 37ª edição e foi pioneiro nesse tipo de evento

Festival Nacional de Gastronomia conjuga tradição e modernidade

Mesa posta até dia 29 de Outubro na Casa do Campino, em Santarém, com petiscos de todos os pontos do país.

Edição de 25.10.2017 | Economia

Os sabores de Portugal estão à mesa em Santarém em mais uma edição do Festival Nacional de Gastronomia. Até 29 de Outubro uma dúzia de tasquinhas representativas de todas as regiões do país propõem na Casa do Campino muitos dos melhores pratos da cozinha tradicional. Há também lugar para a cozinha mais elaborada e moderna pela mão dos chefs que vão proporcionar os jantares no restaurante Lucky 13. Este ano o pão é o tema com uma padaria a funcionar em permanência no local.
A inauguração do festival, que já vai em 37 edições, aconteceu ao final da tarde de quinta-feira, 19 de Outubro, e nos discursos tanto o presidente da Entidade de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Ceia da Silva, como o presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, sublinharam a importância do evento como foco de atracção turística e como marca da cidade.
Uma extensa comitiva com autarcas, deputados e representantes de múltiplas entidades da cidade, do concelho e da região percorreu em cortejo todo o certame, com diversas paragens para provar os petiscos à disposição. E logo no primeiro dia não faltaram visitantes de peso, como o conhecido actor e apresentador de televisão Fernando Mendes.
Para Luís Farinha, vereador da Câmara de Santarém com o pelouro do Turismo que agora cessou mandato, a aposta iniciada há quatro anos, de “modernização” do festival mantendo a sua matriz tradicional, foi “ganha”, a julgar pelo número crescente de visitantes.
Esta “nova roupagem para o festival, adaptando aquilo que são as necessidades dos nossos dias e que decorrem do que é um novo modo de vida, que não existia há 15 anos”, é sobretudo patente num espaço mais reservado, que Luís Farinha, arquitecto de profissão, ajudou a decorar e que acolhe o “Lucky 13”, um 13.º restaurante dentro do festival, que se destina a “incorporar” os chefes no certame.
“Pretendíamos modernizar o festival e, ao contrário do que algumas vezes dizem, que transformámos o festival numa coisa diferente, acho que não é verdade de todo, uma vez que a matriz tradicional do festival está cá. O festival teve por base a promoção da gastronomia tradicional e ela continua cá, intacta”, declarou.
Para o vereador, outro grande objectivo do festival, a qualificação da oferta de restauração em Santarém, juntou-se a uma dinâmica turística que se tem notado no último ano e meio no concelho e que atribui à concertação com a acção da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.
Este ano, uma das novidades do certame é a presença de um ‘winebar’, com vinhos de norte a sul do país, num espaço que substitui o Salão do Vinho ensaiado na edição de 2016 e que a organização, em conjunto com a Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), decidiu transformar para diferenciar em relação ao que acontece em outros eventos, associando o vinho, a copo, a petiscos.

Festival Nacional de Gastronomia conjuga tradição e modernidade

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